Eu não vejo a hora desse ano acabar.
Estava conversando com o Sandro no almoço ontem e ele me deu uma boa régua. O ano é medido em realizações. Faz sentido. E essa régua só confirma o que eu acho desse ano. Foi perdido. Não fiz nada, não me aconteceu nada de bom e eu mesmo acho que deveria ter corrido um pouco mais atrás das coisas. O ano não foi bom e eu também não fiz nada para melhorá-lo. Isso muda em fevereiro, que janeiro eu vou tratar de um assunto importante que já tem 3 anos que eu não cuido: vou sair de férias. Fevereiro, para mim, o ano começa e, pode ter certeza, vai começar muito diferente de 2006. Pilha nova e vontade de mudar.
De bom em 2006, poucas coisas: casamento da Dê com o Pelvin, do Sandro e da Tati, Sâo Paulo tetra brasileiro e eu, mais como terapia, é verdade, voltando a arranhar a minha guitarrinha.
De ruim, as coisas que acontecem nesse país e que eu não entendo: Lula reeleito e, com ele, a turma do mensalão, do sanguessuga, do aumento de salário próprio em 91% ($24,5K, FSV), da cara de pau de falar que o povo não está indignado, que isso é coisa da imprensa, a turma velha, a mesma desde o império, da ditadura, da democracia e, agora, a turma da "esquerda". Já disse e volto a dizer: o ditado está errado. A merda é a mesma, mas as moscas também são!
O nome do ano, feito agora no finalzinho, é Rita de Cássia, que só fez o que todo o povo quer fazer: esfaqueou um deputado, prá ele aprender que não se promete o que não vai cumprir. Sobre o tal ser o ACM Neto, só posso achar que é providência divina, não obra do acaso.
Em menos de duas semanas, 2007 na área. Que venha quente. Como sempre me disse o Ballona, melhor vermelho de vez em quando que amarelo sempre. Melhor ferver rápido do que ser constantemente morno! Que 2007 venha quente, vermelho, que exija o melhor de nós todos.
19 de dezembro de 2006
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