Quando é muita, o santo fica com o pé atrás.
Hoje me liga a mulher da Claro para "confirmar" o número do meu cartão. E aí pede de 5 a 7 dias úteis para eu receber o iPhone. Ou seja, se realmente chegar, só na semana que vem. Bom, foda-se. É só mais um exemplo a se relatar de como as operadoras são ruins. Nem quando te ligam para vender o negócio conseguem vender direito.
E só para falar da incompetência alheia (a minha eu escondo, óbvio), a Warner Channel se mata de divulgar os Sopranos, a série que mudou a história da máfia (?), sem cortes, coisa linda de Deus, melhor que avaiana de pau e na hora de exibir dá um pau atrás do outro? Pelo menos pela Sky tava impossível de assistir. Legendas zuada, falta de legendas, travando a imagem e ficando só com som, sem imagem nenhuma um monte de vezes.
Teve uma hora que o Tony e o Chris vão espancar um cara e a tela fica toda preta. Eu, que perco a série mas não a piada falei para o meu pai, que tá em casa e tava assistindo comigo: "Ainda bem que é sem cortes, senão a gente não ia ver essa violência toda..."
Sem contar que as legendas que você baixa na internet são melhores que as da Warner. Acho que os caras estão baixando as legendas e prá disfarçar estão "piorando" o trabalho dos caras que fazem de graça.
7 de outubro de 2008
É o papo da esmola
2 de setembro de 2008
Filmes e a vida
Eu tenho uma mania que muita gente não entende. Assistir o mesmo filme várias vezes. Mas é que tem algumas histórias que é impossível não querer ver de novo, assim como algumas mensagens que é sempre bom reforçar.
Esse final de semana, passaram dois filmes que eu adoro (e que preciso comprar o BluRay) e, claro, assisti de novo.
Um é 50 First Dates, com o Adam Sandler e a Drew Barrimore. Cara, puta mensagem espetacular. A história do cara que tem que conquistar a mesma mulher todo dia, porque ela sofreu uma lesão no cérebro e toda vez que dorme apaga a memória recente, é comovente e faz a gente pensar muito sobre o que é o amor. Conquistar, além da mesma mulher, as mesmas pessoas todos os dias. Acho que a mensagem do filme é essa: temos que nos esforçar todos os dias para conquistar as mesmas pessoas. E o filme tem uma piada que eu adoro, já que o problema da moça foi causado por uma acidente de carro, ao tentar desviar de uma vaca. Depois de saber do problema dela, ela pergunta: "E a vaca?" e o cara responde: "Está igual você. Todo dia a gente tem que provar prá ela que é uma vaca!"
O outro é um dos melhores filmes que já foram feitos e garanto que para muitos é o melhor: Forest Gump. Cheio de ensinamentos e lições para uma vida toda, outro filme que mostra o que é o amor. O da mãe de Forest por ele e o dele por Jenny. E também o fato de tudo quanto é esperto ficar pelo caminho e ele, assumidamente limitado, sempre se dar bem. Lembro sempre de uma frase que o Mandic acabou se apropriando: "Sem saber que era impossível, ele foi lá e fez". É o espírito do filme. Ele faz tudo que para qualquer pessoa, seria impossível. Uma frase que todo mundo lembra quando se fala do filme é "A vida é como uma caixa de chocolates". Para mim, a frase que melhor ilustra o filme é "Idiota é quem faz idiotices". E se pensarmos bem, ele não faz nenhuma o filme todo.
Alguns filmes, como esses, me dão a sensação que eu poderia levantar do sofá e conquistar o mundo...
23 de outubro de 2007
Faca na Caveira!
Só se fala de Tropa de Elite. Também, pudera. Até eu que sou contra todos os hypes do mundo, entrei na onda. Aliás enquanto escrevo isso, estou usando uma camiseta do BOPE, que meu chefe mandou trazer do Rio!
É disparado o melhor filme nacional que eu já vi. Melhor que Cidade de Deus, melhor que os 2 Fi du Chico, melhor, melhor, melhor!
E mercadológicamente, não tinha hora melhor para sair. Num momento que nem o que a gente atravessa hoje, cheio de insegurança, corrupção e com a constante sensação de impunidade que a gente tem no Brasil, um filme que mostra um policial incorruptível que faz justiça tinha tudo para se tornar um sucesso.
É meio assustador ver um cara que nem o Capitão Nascimento ser erguido ao patamar de herói nacional. Afinal, o cara é violento, torturador, paranóico e faz justiça com as próprias mãos, matando e mandando matar os bandidos como se não existissem os sistema judiciário e penal do país. Mas, é o retrato do pensamento brasileiro.
Para o cidadão médio, que nem eu, por exemplo, a idéia de ter uns capitães nascimentos por aí, enchendo bandido de bolacha e bala, em vez de estar levando bola para proteger os próprios, chega a ser reconfortante. Para quem vê na TV bandidos condenados em liberdade, curtindo a vida com a grana que ganhou ilegalmente, enquanto o advogado dele apela pela miléssima vez da sentença que condenou o desgraçado, é como um ópio ver um personagem que mata os bandidos sem perguntar quem é, quanto ganha ou quanto ele vai levar para poupar a vida dele.
Ver um bandido, mesmo que de mentirinha, apanhar na cara, ser sufocado, tomar tiro e morrer é até engraçado. Tanto que tinha gente brava comigo no cinema porque eu não parava de rir.
O filme é facista, dizem alguns. E se for? A tal da liberdade de expressão só vale quando o filme endeusa bandidos? E eu acho que não é. Não percebi, em momento algum, o filme tomar o partido do personagem principal, defendendo seus atos e dizendo que o certo é fazer o que ele faz. Quem julga os atos dele é o público e as reações são as mais diversas. Vai desde reações como a minha, que adorou o filme e adorou ver bandido apanhando e morrendo, até a dos caras que acusam o filme de facista ou de apologia a violência.
Quer saber quem seria um herói maior que o Capitão Nascimento? Um justiceiro que em vez de espancar, torturar e matar bandidos, fizesse isso com políticos corruptos. Aí sim, eu ia querer ver as reações do país. Eu, com certeza, iria adorar.
E antes que alguém reclame, estou falando de uma obra de ficção, é claro.
9 de julho de 2007
Extreme Makeover - Home Edition
Vai, pode rir.
Ri mesmo. Ri com gosto.
Apesar de o melhor reality show do planeta ser o American Chopper, o mais emocionante é o Extreme Makeover - Home Edition.
Apesar das reações ridículas dos americanos, tem uns que são muito loucos, que nem o que a família do cara que é da igreja ganha um estúdio de música, com palco e tudo na garagem e da mulher que perdeu o marido e a fazenda deles está indo mal das pernas.
O tal do Ty (desculpem o cacófato) é tanto uma mala sem alça como um cara engraçado, mas a chamada do programa na People & Arts tem razão. Todo programa começa com gente chorando e acaba com gente chorando, mas é mó batuta.
Se bem que outro dia eu vi uma chamada para um programa chamado Pimp my Wife. Só pelo nome eu já rechei de rir. Tenho que ver isso algum dia...
3 de julho de 2007
Filminhos para o final de semana
No final de semana vi um monte de filmes, em casa e no cinema. No cinema eu vi o Shrek Terceiro que, apesar de eu ter gostado, confirmou o que todo mundo tem dito: é legal, mas é o pior dos três. É a maldição das terceiras partes que saíram em 2007. O Burro ainda é o mais engraçado e os filhotes dele também. Mas o mais legal mesmo é a hora que os filhotinhos de Shrek aparecem e absolutamente todas as mulheres do cinema fazem "oooohhhhhh...". :o)
Em casa vi o Casino Royale, Os Infiltrados, Minha Super Ex-Namorada e ainda tem o Snakes on a Plane para ver hoje.
Casino Royale é muito legal, e olha que eu nem sou fã do 007. Mas o filme vale a pena.
Minha Super Ex-Namorada é uma nhaca, filminho besta, com um ótimo argumento que se perde no meio de um festival de piadas frustradas. No fim, não é um filme com ação, nem com romance e nem uma comédia pastelão. É o famoso filme "quis ser tudo mas não é nada, mesmo".
Já Os Infiltrados, fala sério. Que filmão. Matt Damon é o cara. Com aquela cara de Baby Johnson fazendo papel de bandido, fica animal. Jack Nicholson, no papel de Jack Nicholson, o cara malvado, no mercy, chefão, pegador e engraçadinho, é o Jack Nicholson, não tem como dar errado. E (podem me zuar) até o Leonardo DiCaprio tá mandando bem. Claro que eu não vou contar o final, mas pensei "porra, prá ser perfeito, só acontecendo ISSO". E não é que ISSO acontece???
E hoje tenho que ver Serpentes a Bordo, o famoso Módafóquinsneiques ona módafóquinplein. O Yabu gostou, mas o Yabu é o único japa que eu conheço no mundo que queria ser negão.
29 de maio de 2007
Finais de temporada - atrasados
Ou adiantados, depende do ponto de vista. Mas o fato é que ontem eu assisti os finais de temporada de Heroes e de Lost. Gostei das duas.
Heroes é sem dúvida a série que mais promete na TV atualmente. Promete porque pode ser uma série daquelas que terão anos e anos de duração, a capacidade de renovação de personagens é altíssima, novas crises e vilões podem surgir todo ano, enfim, é inevitável a comparação: Heroes pode ser um X-Men. O episódio final não foi o melhor da série (o da história do pai da Claire ainda é o melhor), mas foi muito bom. Os erros que aparecem na série eu ainda acho que é um pouco da ingenuidade que a série passa. Os pontos baixos: esperava mais da luta de Sylar, Peter e Hiro. Foi meio broxante o cenário armado para o pau comer, o Sylar todo fodoso levando paulada da Nikki, parando tiro do Parkman e de repente: Olha, um gato! Onde? Fuch! A-há, enfiei uma espada nas tuas costas!!! YATA!!! E o Peter tem uma crise EMO no meio da briga, fala sério! Já de pontos altos: Molly Walker (que coisinha mais fofa!) falando que tem algo pior que o Bogeyman, Nathan Petrelli, o Quércia Voador, aparecendo para salvar o dia e, claro, ele, Hiro Nakamura, no Japão feudal bem no meio de um quebra. A segunda temporada tem tudo para ser melhor que a primeira.
E Lost? todo mundo me dizendo que tava meio caída, que não era mais a mesma... O episódio com o Charlie já foi animal. Mas o final, conseguiu superar o final da primeira, quando os Outros levam o Walt (Waaalt!) da jangada e da segunda, quando os Outros capturam Jack, Kate e Sawyer, com a escotilha explodindo. "We have to go back!" é a frase do episódio. Charlie, mais uma vez foi o melhor personagem, mostrando que, quando quer, o ex-hobbit trabalha direitinho. E o russo highlander, que toma tiro, atravessa cerca matadora, arpão no peito e não morre? Mas o destino do Charlie foi, até agora, o mais bonito da turma da ilha. E o Desmond? Disse que não teve mais nenhuma visão. Será que não teve no dia ou não vai mais ter? O Jack socando o Ben, o Sawyer fazendo justiça com as próprias mãos também foram muito legais, mas nada foi melhor que Hugo Heyes, o Hurley, detonando os outros com uma Kombi e ainda avisando os Outros pelo Walkie Talkie. O flash-forward também foi uma puta novidade. E o Flash-Forward do Jack? Quer saber quem eu acho que está no caixão? O Jacob! Minha dúvida se os produtores sabem prá onde vai a série parece ter diminuído. Os caras são os Reis da Esquiva. Tão sempre despistando, mas parece que eles têm, sim, o controle da história.
E os prêmios para as melhores frases vão para:
Jack Shephard, por: "We have to go back!" para Kate
Hugo Heyes, por "Attention, Others. Come in, Others. If you're listening to this, I want you to know that we got you bastards, and unless the rest of you wanna be blown up,you best stay away from our beach."
Rose, por: "If you say ‘Live together, die alone’ to me Jack, I’ll punch you in your face" para Jack
Mais três temporadas. Curtas, com 16 episódios cada, o que é legal, porque não dá tempo para embromar. E aí ficaremos sabendo se eu estava certo ou errado. Se os caras tem uma explicação para essa série do inferno!
28 de maio de 2007
Yo-ho-ho e um filme ruim
Eu fui ler a crítica do Forlani antes de ir ver Piratas do Caribe - no Fim do Mundo. E ele desceu o cacete. Na hora, eu pensei: "Cara, o Forlani é uma mala. Tá se achando o crítico de cinema, mesmo, fala mal de tudo, que coisa!". Eis que venho, publicamente, pedir desculpas. Tá certo que ele nem sabe que eu pensei isso e se eu não escrevesse aqui ele talvez nunca soubesse, mas fiz mau juízo de um amigo que estava certo.
PQP, eu esperava tanto do filme, saí decepcionado do cinema. O filme é confuso, não tem metade do charme e apelo que os outros dois tem, as gracinhas são sem graça e geralmente em horas nada a ver, personagens que não acrescentam em nada... Prá que serviu aquela desgraçada daquela mulher/deusa? E aquele bando de Jack Sparrow? Ele tá se achando o agente Smith? Sem contar que, se você não lembrou de assistir o Baú da Morte em DVD no dia anterior, não vai entender metade das referências do filme ao segundo episódio da trilogia. Realmente, quase que o último filme estragou a série.
A única coisa "legal", mais porque não é óbvia do que por ser realmente legal, é o destino do casalzinho apaixonado. E o filme termina com um cliffhanger bacana, ainda mais porque já sabemos que o Johnny Depp falou que não faz mais o Sparrow.
Tô vendo que esse não é o ano das terceiras partes. Homem-Aranha a turma disse que não é tudo isso, Piratas é ruim... Shrek que se cuide.
19 de maio de 2007
Heroes e Lost - a dúvida
Todo mundo que assiste Heroes vê, que mesmo com uns furos no roteiro, os caras que escrevem a série planejaram as coisas. A história está montada e vai sendo executada, muito bem, por sinal. O episódio dessa semana, Landslide, mostra isso. Mostrou porque o Linderman pegou o Micah, a menina que o Parkman salvou está com o Mohinder (não o lagarto), a Nicki/Jessica e o DL servem para alguma coisa, o Sylar é foda mesmo... Ou seja, tudo dá toda a pinta de estar sendo planejado.
Já quem assiste Lost vive com a dúvida: será que os caras sabem o que estão fazendo? Será que essa porra tem um final? Será que vão conseguir explicar porque acontece de tudo nessa ilha?
Claro que essa semana, no Greatest Hits, a gente não viu nenhuma resposta para as coisas ainda, mas que o episódio foi lindo, isso foi. Finalmente uma história foi meio que completada dentro das muitas histórias que tem na série. Os flashbacks do Charlie foram muito bacanas e ele anotando cada uma das lembranças (seus greatest hits) para deixar para a Claire foram demais. Ele deixando o anel dele para o Aaron mostrou que ele realmente considera o menino como filho dele. O episódio todo foi legal e a Lookig Glass deve ser uma bela adição na história. Arrisco a dizer que esse foi o melhor episódio da série até agora.
Semana que vem as duas séries devem ter os melhores episódios de suas temporadas. Estou curioso com o final das duas...
8 de maio de 2007
Lost and the Eye Land
Eu fiquei um tempo "separado" de um vício dos últimos dois anos. Não me pergunte por quê, mas mesmo tendo gostado, e muito, das duas primeiras temporadas de Lost, eu não me interessei muito em ver a terceira. Sei lá se foi porque teve muita gente falando que ela é muito pior que as duas primeiras, se é porque eu achei que esse papo de ter seis episódios, parar algum tempo e depois voltar meio imbecil, sei lá, mas o fato é que eu não interessei muito em ver.
Mas, esses dias comecei a ver de novo e prá falar bem a verdade, estou gostando da terceira temporada, sim. Acho que muita coisa é pegação no pé da série que, verdade seja dita, não mantém mesmo o pradrão das duas primeiras. Só que continua batuta, sim.
Esse negócio de que a gente ainda não sabe nada o que acontece na ilha, que toda hora aparece um mistério novo e não se explica, que tem muita perna solta e não vão conseguir fechar nunca, eu acho que um pouco é coisa de quem não entende (ou não vê as pistas) ou frescura mesmo. É tipo o charme da série.
Eu "vou estar spoilando agora": Eu acho que o confronto Jack/Sawyer perdeu força, mas em compensação, o Jack/Locke/Ben tem tudo para ficar animal. Locke arrogante que só, Ben manipulador e o Jack besta-que-quer-ser-esperto é muito batuta.
E uma coisa que eu achei legal prá cacete. Eu sempre reparei que todo mundo chama a Ilha de "ailan", com um baita sotaque jamaicano ou australizano, mesmo tendo um escocês, um inglês, uma coreana, vários americanos e até brasileiros na parada. Aí um amigo meu esses dias chamou a atenção para isso e emendou: "Já reparou que a cor dos olhos dos personagens muda de um episódio para o outro?". E mais: "Os episódios começam sempre com um close no olho (eye) de alguém!". Island, Eye Land, ailan... Ilha ou Terra do Olho?
Eu nunca reparei, passei a prestar atenção e continuo não reparando se muda ou não. Você já reparou? Muda mesmo? É isso que é legal em Lost. Tem umas coisas doidas que só os mais doidos percebem. Mas eu gosto! :o)
3 de maio de 2007
Roma, Rirous... É tudo com R
Fala sério, o que é o Five years gone????
Passei mal. O Peter, que era uma mala emo, virou o cara mais bacana do planeta. O Hiro é o melhor e a gente vai descobrindo que até o Ando é um cara importante para a série. Aos amigos, tudo, até mudar o passado. Para os inimigos, o rigor da lei.
Se continuar assim, daqui a pouco vou ter que dar o braço a torcer e admitir que Heroes é a melhor série de TV da atualidade. Mesmo com os furos que tem de roteiro. Como disse o Yabu, é difícil demais fazer histórias de viagem no tempo sem se complicar. Até o De volta para o futuro tem suas pisadas na bola.
Agora vou lá ver a reprise de Roma, que domingo eu ainda tava sem Sky e não vi.
30 de abril de 2007
Telhas que voam, feriado e DVDs
O que telhas tem a ver com feriado e DVDs? No meu caso, tudo! Isso porque deu uma ventarola (quando venta que nem o capeta) aqui perto de casa, umas telhas de um vizinho voaram e detonaram a minha antena da Sky (é mudei da Directv para a Sky, mas eles que mandaram). Aí liguei para lá na quinta feira e me avisaram que arrumar, só na segunda. Contando que ia dar merda e não iam mandar ninguém arrumar nada, passei na locadora para pegar uns filminhos, que ando meio atrasado em matéria de cinema. Vamos a eles:
Happy Feet, o Pinguim: Se arrependimento matasse, eu tava lá, no chão da locadora, estirado. Puta filminho sem vergonha. Dá impressão que nego pensou "bom, pinguim todo mundo gosta, vamos fazer qualquer coisa com um e vai dar ibope". A história é perdida, os personagens sem carisma e parece que o negócio era só pegar uma carona no "A Marcha dos Pinguins", esse sim muito bom.
Os Sem-Floresta: Não é ruim que nem o Happy Feet, mas também não é nenhuma maravilha. Tem uns lances engraçadinhos, mas é filminho para sessão da tarde. Das animações, de um modo geral, fica abaixo da Era do Gelo (o primeiro) e Procurando Nemo, que já são os mais ou menos dos outros estúdios...
Missão Impossível III: Achei o melhor dos 3, mesmo parecendo um episódio gigante de Alias. Até acho que seria melhor se eu não tivesse (como de costume) descoberto a pegadinha do filme mais ou menos na metade. Apesar de que eu achei bem óbvio. J.J. Abrams tentou fazer uma mistura de Alias com as reviravoltas do Lost, mas ficou só no Alias, mesmo.
Hoje ainda vou assistir A Dama na Água, que eu nem ia assistir, mas o Yabu disse que é bom, então vou dar um voto de confiança para o Shananan, que dos filmes dele eu só gosto do Unbreakable.
E para não ficar falando mal da Sky, não só o técnico veio no horário que combinaram, como enquanto eu escrevo isso aqui eles me ligaram para saber se estava tudo ok e se o atendimento do técnico tinha resolvido o meu problema. Que coisa, queimei a língua.
18 de abril de 2007
Caceta, os negos estão mesmo aprendendo a fazer série de TV. Os episódios de ontem de Criminal Minds e Supernatural foram qualquer coisa!!!!
Criminal Minds é animal. Tá mais legal que CSI e olha que CSI é da hora. Pena que a gostosinha com cara de latina saiu da série, mas ainda tem a JJ, então estou feliz. Se você não sabe quem é JJ, dá uma gugada em AJ Cook, a atriz que a interpreta. E aí você também fica feliz.
Agora, Supernatural está surpreendendo. Era prá ser uma sériezinha daquelas bem clichê, cheia de sustos à la Resident Evil e mistérios de filmes de vampiro na sessão da tarde, mas os caras conseguiram se ligar que tavam no caminho errado e transformaram a série num baita drama de ficção, que, apesar de drama, é bem humorado. Ontem, quando os caras conversavam sobre o comportamento de um lobisomem, um diz que ele pode ser do bem e o outro, tirando onda, pergunta: Since when you became a "dog whisperer"?, tirando onda com a Ghost Whisperer! :o) E o final do episódio de ontem, "Heart", tocando Silent Lucidity e não mostrando mais nada, só dando a entender, é um dos melhores que já vi em qualquer série!
Ah, mudando de mala prá saco: Terminei o God of War II e já sei qual será o melhor jogo do PS3. ;o)
17 de abril de 2007
Minha sorte é que o Yabu está na França e não vai ler isso, mas a verdade é que Heroes é a segunda série mais legal da TV mundial. A primeira é ROMA! Domingo estreou a segunda temporada e eu passei mal. Os cenários, as personagens, a história, o embassamento na história de verdade, é tudo perfeito.
Prá quem não sabe, ROMA mostra a história da cidade perto de 40 a.C., na época em que a aristocracia romana se degladiava entre república e império. A primeira temporada mostrou a ascenção de Caio Júlio César, ou só César, mesmo, ao poder, depois de conquistar a Gália (terra do Asterix) e voltar triunfalmente para Roma. Isso porque ele tinha sido declarado inimigo do estado e da república, mais por estar podre de rico e ser amado pelo povão (que ganhava dele um monte de presentes) do que por estar fazendo alguma coisa que os romanos desaprovassem de verdade. E a primeira temporada terminou com aquilo que a gente já sabia: César morrendo, esfaqueado em pleno senado Romano. Nesse meio tempo, o cara fez de tudo: conquistou a Gália, virou ditador em Roma, acabou com o exército do Pompeu Magno, comeu a Cleópatra, matou o irmão dela e virou rei do Egito também.
A segunda temporada começa com esse "lack of power" em Roma, com Marco Antônio e Brutus (não é o do Popeye) disputando o poder após a morte do ditador. Além disso, César deixou tudo para um sobrinho e Cleópatra quer que o filho dela, em tese com César (a gente sabe que não é), seja declarado filho dele e herdeiro de tudo que o cara tinha.
Uma das coisas mais legais de Roma é tirar o glamour da cidade, mostrar que tem um monte de gente doente, aleijada, vivendo em condições ridículas, contrastando com a aristocracia, que vive em grandes casarões, entulhados de escravos e riquezas, além da maior putaria. Várias vezes o sexo é abordado na série, mostrando que a galera queria mesmo era vadiar, fosse com a esposa, com a amante, com uma escrava que estivesse por perto, ou sei lá, com a irmã, o primo ou o vizinho! :o)
Mas o melhor de Roma é a abordagem que deram para a série. Em vez de simplesmente mostrar como era e o que aconteceu, a história é "vista" por dois personagens que são secundários na história real, mas que assumem o principal na ficção: Lúcio Voreno e Tito Pulo, dois legionários que foram comandados por César e Marco Antônio na 13a. legião e acabam, cada um de uma maneira, sendo importantes nos fatos que ocorrem na série. Por exemplo (ATENÇÃO: SPOILERS): César só é assassinado porque o Voreno tava brigando com a mulher e o filho de César com Cleópatra é, na verdade, do Pulo.
Essa mistura de história com ficção já deu muita história boa e Roma é uma delas. O orçamento da série é milionário e a série faz jus ao dinheiro que foi investido ali.
8 de abril de 2007
Sexta, feriadão, fui assistir 300. Cara, é o filme mais bonito que eu já vi! Sem exagero, o filme é bonito demais. Gostei de V de Vingança, gostei muito de Sin City, mas saí do cinema com uma sensação de que agora sim o Frank Miller ficou feliz. Mesmo com as partes que não tem no quadrinho, tipo aquele papo da rainha falar no conselho e tal, ficou animal. Tinha que ter mesmo uma side story prá quebrar um pouco o ritmo, senão eu ia sair do cinema cansado.
O Yabu ainda pergunta qual a frase do filme que é mais bacana, entre tantas. Eu acho que é da própria rainha, quando o emissário do Xerxers pergunta pro Leônidas porque ele permite que uma mulher fale na frente deles. E ela mesma responde: Porque só mulheres espartanas dão à luz a homens de verdade! Bwahahahahahahahahahahahahahah! Adorei.
Aí chego em casa e quem me espera: Kratos, o espartano que lutou com o Deus da Guerra. Terminei God of War (meio curtinho) e já deve ter passado da metade do God of War II, que não é tão curto quando o primeiro mas também não é assim nenhuma epopéia!
Mas tá valendo. Afinal, qual é a profissão dos espartanos?
25 de maio de 2006
Coisando o Código da 20
Bom, depois do sucesso do livro, foram lançados incontáveis caça níqueis do tipo "decifrando o código", "quebrando o código", "desmistificando o código"... Só que ninguém coisou ainda, então eu vou coisar.
Fui ver o filme e achei mais ou menos. Como sempre acho nesses casos (À Espera de um Milagre é a excessão que comprova a regra), achei o livro melhor. Porque muita coisa que é insinuada no livro, no filme é afirmado descaradamente. Tom Hanks está o maior Tom Hanks no filme! Não tá com cara de Langdom. Aliás, acho que quem não leu o livro, não atinou nem o nome dele. Já Silas e Sir Leigh Teabing, vou te contar. Os caras dão show. Eu só achava que o Teabing era mais engomadinho, como ele aparece descendo do jato na Inglaterra. No filme é meio avacalhado e tal. Já Silas, para a história ficar perfeita, só faltou explicar mesmo um pouco mais a história dele, de albino órfão, delinquente juvenil, salvo pela igreja e transformado em fanático religioso.
Bezy Fache merece um parágrafo à parte. É o melhor do filme, na minha opinião. Também ficou um pouco mal explicado, com uma frase solta da Sophie para o Langdom (ele é o Touro, não para até prender quem acha que é culpado) e o fato dele ser da Opus Dei, que ficou meio jogado no roteiro.
No mais, muito bacana todos os franceses falarem francês (e não inglês, como é normal em filmes americanos) e Silas, Aringarosa e o Mestre falarem em latim. Mesmo que eu não soubesse, ficaria na cara que o diretor é o mesmo de "Uma Mente Brilhante". Os "puzzles" com o efeito "light and drag" para serem resolvidos e eu achei que até a trilha sonora é muito parecida entre os dois filmes, em vários momentos.
Somando-se os prós, os contras e noves fora, achei que é um filme mediano. Se eu não tivesse lido o livro, sairia puto do cinema, perguntando "mas no fim, qual é a polêmica toda dessa história?". Achei, inclusive, que no final, o filme dá uma arregada, com o Langdom falando para Sophie: "Não importa se Ele foi ou não sagrado. Ele inspirou e inspira os homens até hoje. O que importa, de verdade, é o que você acredita. É a sua fé!". Ou seja, não importa o que diz o filme. Importa o que você acredita.
Arregou!
24 de maio de 2006
Hoje termina a segunda temporada do Lost nos EUA. Um episódião de duas horas (que aqui a AXN vai dividir em dois, que nem o final da primeira) que promete explicar algumas coisas. Uma é porque o avião caiu. Outra coisa que já falaram é que morre mais um dos personagens ditos principais. Sem nenhum Spoiler, estou apostando que é o Sayd. Se for mesmo, é uma pena, porque eu acho que é um dos melhores personagens da série.
Outra promessa da noite é dar uma pista "conclusiva" do que são os Outros. A teoria que tem ganhado mais força ultimamente é que os caras estão todos mortos e no puragatório, mesmo, justamente por causa dos Outros. Com essa história de que eles aparecem para "raptar" os bons e as crianças, que seria porque os bons e as crianças tem lugar garantido no céu. :o) Mas, aí entra uma coisa que eu não atino: se já estão mortos, o que acontece com os que morrem? Tipo o Boone, a Shannon e os que morreram mas quem vê a AXN ainda não sabe? Os caras ressucitam? Fazem a massagem cardíaca neles, eles saem do coma e tal? Vai saber.
O fato é que hoje se espera uma audiência de mais de 20 milhões de americanos nessa parada e, algum tempo depois, mais sei lá quantos mil downloads do episódio na internet afora.
Não vejo a hora!!!!
28 de março de 2006
Assistindo a segunda temporada de LOST, algumas coisas ficaram um pouco mais claras, mas outras ficam ainda mais zuadas.
Uma coisa é certa: 37 episódios depois do início da série, aconteceu uma cacetada de coisas mas ninguém ainda sabe o que está acontecendo. E como uma série com 37 episódios que não dizem nada faz tanto sucesso? Boa pergunta, mas eu acho que é exatamente por isso. Todo mundo quer dizer o que está acontecendo antes do amigo. Quer ter a sacada final antes do final. Quer dar um apavoro nos amigos! :o)
Eu nunca fui de ficar elocubrando teorias sobre as séries, mas, mesmo tendo o meu lendário talento para descobrir o fim das histórias quando elas estão na metade (nunca sente perto de mim no cinema), LOST tá foda.
Os desgraçados dos números: se você não vive nesse planeta, a sequência de números mais famosa da TV atualmente é 4 8 15 16 23 42. O que isso quer dizer? Sabe-se lá. Só sei que com esses números o Hurley ganhou US$ 156 milhões na loteria. Com esses números, o "Brotha" Desmond reseta um contador num computador que parece um Apple II dentro da escotilha que o Locke achou, que volta a ter 108 minutos para ter que resetar de novo.
Ainda dos números: 108 é a soma deles. O vôo era 815. Ou 8 15 (eight fifteen) como eles falam. Quando o Michael pergunta para uma loirinha quantos sobreviveram do lado deles, ela fala 23. Quando eles entram no "esconderijo" dos caras, tem 4 pessoas. Quando a lorinha pergunta quantos sobreviveram do lado do Michael, ele fala "uns 40". Seriam 42?
E os tais dos Outros? PQP, quem são, onde estão, prá que servem? Por que sequestram os meninos? São uma seita que adora o Michael Jackson? Mas aposto que os Outros são umas... 16 pessoas! :o) E falando em Michael e meninos, que capeta é o Walt? O menino detestava o pai (que ele nem conhecia), ficou amigão, tocou fogo no barco que o pai tava fazendo, contou que foi ele, pediu desculpas, foi junto com o pai em um novo barquinho, foi sequestrado em alto mar e agora aparece molhado, com cara de louco, falando ao contrário e só para a Shannon, que ficou com o cachorro dele. Que moleque assombroso!
Sei que cada episódio explica alguma coisa, mas essa explicação confunde um pouco mais. Assim mesmo, é animal. Vale a pena assistir. Desde os primeiros passos de CSI que não tinha alguma coisa tão bacana na TV.
Arrisco a dizer que é a melhor série da TV de todos os tempos, depois de American Chopper! :oP
28 de novembro de 2005
Ontem eu fui lá ver o Harry Potter e o Cálice de Fogo.
Legal. Batutão. A hora que começa a copa do mundo de quadribol eu quase caí da cadeira. Pensei: "Eita, que esse vai ser fodão!". E até é. O Prisioneiro de Askaban é melhor, aqui entre nós. Mas esse é mais bem feito. Sei, é uma coisa estranha de se falar, mas é verdade.
Como esse livro (e o "ordem") é grande prá dedéu, muita coisa teve que ser cortada / adaptada para caber no filme, e algumas acabaram ficando sem sentido. E tem muita piadinha que acabam com a tentativa de deixar o clima do filme mais "pesado" e sombrio, como todos diziam. Afinal, não dá prá um filme ser horripilante com o Hagrid tentando passar a mão na Madame Maxime! :oP
Na minha opinião, essas são as coisas que ficaram estranhas no filme:
Na Copa de Quadribol: um puta show de imagens no começo, mas não mostra o jogo. E no final, pegue alguém que não leu o livro e pergunte quem ganhou, se foi a Irlanda ou a Bulgária.
Quando os Comensais da Morte aparecem, cacete, de onde eles saíram? Cadê a Wink? E porque capeta o cara que conjura a marca negra aparece? (Não vou falar o nome dele para não estragar a "surpresa" de quem não assistiu).
Na prova do dragão, sei que cinema tem que ter ação e tal, mas perde-se tempo demais com bobagens que não fariam falta, e que nem aparecem no livro. Tipo o Harry pendurado numa janela e tal...
A relação Snape - Karkaroff - Moody não é explicada.
A relação Krum - Herminone - Rony é mal explorada.
Quem matou o Bartô? Ninguém entendeu.
A Penseira é mal explorada. Podia ter sido melhor usada.
E o climinha de final feliz??? Cacete!!!! O Lord das Trevas, Você sabe quem, Aquele que não deve ser nomeado, o Voldemort em pessoa voltou!!!!! E ninguém tá nem aí? Fala sério!
Mas tem as coisas legais!
O baile de inverno e seus preparativos.
O Cálice de Fogo. O bicho é bem loko!
Pela primeira vez os gêmeos Weasley tem um papel um pouco mais participativo na história. Apesar da Dé ter até me perguntado "quem são esses??", visto que eles nem aparecem muito antes.
O Olho-Tonto Moody. Eu só imaginava que ele era mais magro, mas ficou show de bola.
A cena do duelo do Voldemort com o Harry é animal. Para a cena ser perfeita, faltou só uma coisa. Os comensais da morte tinham que estar com mais medo dele. De resto foi animal.
Entre pontos bons e não tão bons, se você gosta da série, é imperdível. Se tanto faz, vale a pena prá saber do que se trata. Se odeia o bruxo e seus amigos, não perca seu tempo. Mas isso é tão óbvio que eu nem deveria ter te falado! :oP
24 de outubro de 2005
Assisti um filminho na HBO ontem, que é desses que tem tudo para ser besta, mas que é muito legal. Estava classificado como comédia, já que é com o Adam Sandler, mas acho que se enquadra com folga no que se convencionou chamar de comédia romântica. Gostei muito do filme, porque mostra que um flime romântico pode ser legal sem ser chato. Geralmente filme romântico é um dramalhão chato que só a porra. E geralmente comédia romântica não tem nada de comédia. O filme chama Como se Fosse a 1a. Vez (50 First Dates).
O argumento é bem legal. A mocinha da história (Drew Barrymore) sofre um acidente de carro e perde um pedaço do cérebro, que é responsável pela formação da memória recente. Então todo dia, quando vai dormir, ela esquece o que aconteceu no dia anterior. É como se ela vivesse todo dia o mesmo dia. Aí aparece um cara de fora da cidade (Adam Sandler), que cuida dos animais de um parque aquático, que se apaixona pela moçoila. Só depois de alguns percalços ele descobre o problema dela e resolve que vai conquistar a moça todos os dias a partir daquele. As situações que ele inventa todo dia para conquistar a moça são divertidíssimas, que vão desde se fingir de sequestrado até o uso de um pinguim para fazer a garota parar o carro. E um dia ele resolve tentar curá-la para que ela se lembre dele. Mas tem que continuar conquistando a moça todo santo dia!
Mais do que um filme engraçadinho e gostoso de assistir, ele faz uso da velha máxima que o homem tem que conquistar a mesma mulher todos os dias. E eu, que estou com quase dois anos de casado (fazemos 2 anos mês que vem), adorei a mensagem. Acho que tudo que nos lembre de que não podemos cair na rotina, que não podemos deixar nosso amor de lado, que tem que parar de vez em quando para conquistar de novo. De preferência todo dia. Porque isso sim mostra se é amor mesmo, se é prá sempre.
No aniversário da Dé, as amigas do trabalho dela falaram para ela, que com a gente é tudo diferente. Porque a gente casou na praia, que eu a levo para jantar, fiz uma comemoração surpresa com os amigos no bar, que toda hora a gente inventa alguma coisa. E eu acho que não estou conquistando mais a Dé todos os dias. Foi um ótimo lembrete. Não interessa o quanto a vida está complicada. Interessa o tanto que amo minha mulher e o tanto que eu preciso mostrar isso para ela. Para nós! Porque eu disse um dia que seria para sempre. E vai ser. Hoje faz 701 dias que está sendo para sempre!

