Esse final de semana, home alone e tal, aproveitei para tirar o pó de algumas coisas. Da Guitarra e do PS3, principalmente. E depois de muito deliberar para ver o que eu ia jogar, passando até pelo aluguel do Killzone 2, eis que me rendi, novamente, ao Burnout Paradise.
Sabe por que Burnout é foda?
Porque a EA e a Criterion (uma, outra ou as duas) descobriram antes de todo mundo como dar perenidade a um jogo e como continuar fazendo grana com ele. Muita gente criou Add-Ons para vários jogos, mas honestamente, tirando o Oblivion, que realmente mandou um que valia a pena, tinha muito caça-níqueis por aí.
Mas vamos ao que interessa, que é o que os add-ons do Burnout tem de legal. A primeira coisa é que eles realmente se aplicam ao conceito do jogo. Não só são mais e melhores carros, mas são novos esquemas de jogo, novos cenários, novas maneiras de interagir com outros jogadores e até novos troféus na PSN! :o)
Com os add-ons do Burnout dá prá brincar de polícia e ladrão, carrinho de brinquedo, jogar multiplayer offline e agora tem quase que uma cidade nova para jogar. Ou, como disse, a EA e a Criterion deram um jeito de um jogo que já tem mais de um ano de idade continuar atraente, atual e divertido.
A série Burnout sempre foi uma das mais divertidas em jogos de corrida. Burnout Revenge comia solto no meu PSP toda vez que eu ia viajar, até o dia que roubaram o coitado do PSP. Quando pintou a chance de pegar o Paradise para o PS3 eu nem pensei. Indiquei o jogo para o Pelvin quando ele tava comprando o PS3 dele e ele, meio descrente, foi na minha. Viciou de um jeito que até o troféu de platina do jogo ele já ganhou!
Que mais gente se espelhe nos exemplos da Bethesda (que faz o Oblivion e o Fallout) e da EA / Criterion e lancem uns add ons mais úteis, mais divertidos e menos caça níqueis. Com certeza é bom prá todo mundo. Para os jogadores, que valorizam seus jogos e para a empresa, que lucra mais em cima de um produto mais velho e já desenvolvido.
16 de junho de 2009
Viva o Burnout!
11 de março de 2009
Como rodar vídeos usando Media Server no PS3
Andei caçando em uns fóruns e sites de games sobre a utilização do PS3 como Media Center, como assistir vídeos, HD de preferência, direto do seu computador nele e vi que muita gente não sabe o que escreve, muita gente não sabe o que perguntar e vira uma zona. Aí resolvi, sabendo que 3 dos meus 5 leitores tem PS3, dar umas dicas.
Na XMB do PS3 (puta sopa de letrinhas) tem algumas opções em que você pode procurar por media servers. Música, vídeos e fotos, se não me engano. Para o Mac, tem dois programas que eu gosto muito na hora dele atuar como media server para o PS3.
Para música e fotos eu gosto muito do Media Link. Ele instala no System Preferences e quando está ligado permite que você veja fotos direto do iPhoto, músicas diretamente do iTunes e vídeos em geral, seja MP4 ou o formato que for. Você ainda pode configurar acesso a pastas específicas com qualquer tipo de mídia e ele também lê direto. Mas se ele já reproduz os vídeos, por que capeta eu não uso ele. Ahá! Dois motivos. Um é que só peguei a versão de testes, então a cada 20 minutos, se não me engano, tenho que reiniciar o programa, que é limitado. "Então, compra o programa, que é baratinho". E é mesmo. Bom e barato. Mas não reproduz os vídeos com legendas. Pelo menos não conegui fazer isso funcionar nele. Para que ele rode com legendas, você tem que reencodar como se ele fosse um DVD ou bluray, com a legenda embutida nele. E isso leva tempo, aí já era.
Então, prá ver vídeos, que programa usar. Essa é fácil: PS3 Media Server. Roda em Java Runtime Enviroment, ou seja, não é um aplicativo, tá mais para applet, mas o importante é que funfa. E reproduz os vídeos direto do Mac para o PS3, lindamente, SD, HD, MP4, AVI, DIVx, MKV, qualquer coisa. E tudo com as legendas, se estiverem no mesmo folder e com o mesmo nome do arquivo de vídeo. No começo sofri um pouco para fazer o bicho achar o meu PS3, mas a solução é simples. Vai na aba GENERAL CONFIGURATION e na opção FORCE IP FROM THE SERVER coloca o IP que o seu Mac está usando. Já era. Roda que é uma beleza. Também configura as pastas onde estão as suas mídias e acabou. Não sei como ele funciona com fotos e músicas, porque honestamente nunca usei.
No PC, que eu não tenho, sei que o Windows Media 11 também faz o streaming para o PS3, porque já vi funfando. É só clicar em Library, depois em More Options, Library de novo, Configure Library, Share My Media. Aí vai aparecer um íconezinho de "Unknown Device". Clica nele e Allow. Se seu windows e o programa forem em português, é só traduzir tudo, que eu estou com preguiça.
O que eu ouvi do WM11? Que ele também não faz o PS3 reproduzir com legendas. A solução é a mesma: PS3 Media Server, para Windows. O programinha é bom e tem versões para Mac, Windows e até Linux!
E a última, mas não menos importante (impressionante como a tradução fica ruim) dica: para reproduzir vídeos em HD, tanto o PS3 quanto o seu computador devem estar ligados na rede via CABO!!!! O vífe (wifi para os fracos), apesar da velocidade nominal de 54Mbps, não dá conta. Se você usa alguma criptografia para proteger a sua rede, tipo WEP ou WPA, piora. O tempo que o micro e o PS3 levam para codificar e decodificar essa criptografia é precioso e deixa a reprodução completamente tosca. Para vídeos em SD não tem erro. Vai via vífe numa boa.
Para assistir os torrents AVI, com plugin DIVx normal, aqueles que vem xvid-xor e tal, vai via vífe sem erro. Os 720p, geralmente com extensão MKV, só fiz rodar com cabo de rede no micro e no PS3 passando pelo roteador.
Espero que ajude meus 3 fiéis leitores.
7 de janeiro de 2009
Games para 2009
Vai ser difícil ter um ano com jogos tão bons quanto os de 2008. Afinal, não é todo dia que saem jogos do calibre de um Metal Gear Solid 4 e GTA IV. Isso prá ficar nos jogos que alcançaram nota 10 nas avaliações. Mas tivemos um monte de bons jogos esse ano, tipo o Little Big Planet, o mais inovador que já vi em tempos, Civilization Revolution, viciante como todo Civ e Burnout Paradise, a franquia de corridas mais divertida do planeta.
Mas 2009 chegou e tem um monte de jogos que estou doido para pôr as mãos, e logo. Claro, a minha lista só tem jogos de PS3, porque não tenho nem Wii, nem Xbox e nem PC. E não uso o Mac para jogar.
Então, vamos aos jogos que prometem apavorar 2009:
1 - Final Fantasy XIII e suas variações
Se a Square Enix fazia chover desde os 8 Bits, imagina o que ela vai fazer com o poder dos consoles atuais. Infelizmente, a gente não tem nem um data provável de lançamento do FFXIII, mas só de saber que ele está em desenvolvimento já é motivo mais que o suficiente para ficar com os dedos coçando.
2 - Street Fighter IV
Por enquanto, vamos matando a saudade de Street Fighter com o II HD Remix, mas é um sentimento de saudosismo temperado com gráficos HD. Queremos mesmo é quebrar tudo e conhecer os novos lutadores da série de luta de maior sucesso do mundo. Alguns afortunados, tipo o Yabu, já jogaram no arcade na Comic Con, mas o que eu quero mesmo é poder socar todo mundo no conforto do meu lar.
3 - Resident Evil 5
Pelo jeito, o mundo inteiro virou zumbi. Eu mesmo só não virei porque não me avisaram. Ou vai ver que é porque eu tenho que exterminar essa zumbizada toda. Se o 4 já foi legal, o 5 parece ser o melhor da série toda. Bora escorrer miolos em HD pela África afora.
4 - God of War 3
O melhor jogo no quesito "se-mexeu-mata-que-é-inimigo" do PS2 tem trailers de cair o queixo de qualquer espartano rodando a internet para a sua versão de estréia no PS3. Se tomarmos Heavenly Sword como um "aperitivo" para GoW III, vem aí um sério candidato a jogo do ano. Só espero, como sempre, que o jogo seja maior que os do PS2 e que o próprio Heavenly Sword, todos muito curtinhos.
5 - Killzone II
Até eu que não sou chegado em Shooter, tenho que admitir que esse tá demorando prá sair. Até antes de comprar o meu PS3 eu já via trailers do Killzone II de deixar qualquer um embasbacado. Claro que teve o lance do trailer ser meio fajutado, mas só ajudou a botar lenha na fogueira da espera pelo produto final.
E claro, todos os jogos que não tem tanta tradição ou buzz em cima, mas que são divertidos para as horas de ócio, tipo o Wolverine baseado no Origins, que deve sair em maio.
2008 foi um ano bom para as jogatinas, tomara que 2009 não fique atrás.
10 de outubro de 2008
Um pequeno planetão
Ou um grande planetinha? Sei lá. Mas a história é assim:
O Persio, meu cunhado, arrumou sei lá como um Voucher para colocar na PSN e baixar um trial válido até domingo do Little Big Planet, que sai para o PS3 dia 21 desse mês. Tá um alvoroço sobre o lançamento desse jogo, falando que é a aposta da Sony para vender mais PS3 e muita gente, eu inclusive, não via a hora de botar as mãos no danado.
Bom, eis que com o tal voucher, consegui fazer isso. E se ainda não vi muita coisa, o que vi me deixou com o queixo no pé.
O jogo é lindo, absolutamente viciante, totalmente customizável e é o maior exemplo de socialização que já vi até agora. Além de você poder criar suas próprias fases e compartilhar com o mundo, em muitas delas você só conseguirá completar 100% dos objetivos se jogar online com mais pessoas. E para que você não fique quebrando a cabeça sozinho, o jogo te avisa quantas pessoas são necessárias para te ajudar naquele pedaço do jogo. E para as sessões multiplayer, você pode usar um headset USB, a PSEye ou um headset bluetooth para conversar com os outros jogadores. E com a PSEye, inclusive, você pode tirar fotos suas ou com a sua turma e colocar nos cenários do jogo, inclusive nos que você for disponiblizar para download depois.
São os 15 minutos de fama aplicados ao mundo dos games.
Pelo que vi, e se tivesse que apostar, apostaria com a Sony. Little Big Planet será O jogo do PS3 para esse ano. E isso depois de GTA e Metal Gear, o que não é pouca coisa.
A única coisa ruim do trial, é que acaba domingo. E se eu já tava na pilha de comprar o jogo sem ter visto, agora então nem se fala.
11 de junho de 2008
Sabe quem vai mudar o mundo?
O PS3. A Sony. Os games e os Gamers! Com "G" maiúsculo mesmo, que esses caras (eu incluso) vão mudar o mundo. As inovações que esses caras pensam, entram mansinho na sala de casa e vão tomando conta. Esses dias a Sony lançou um programa na PSN, o tal do QORE. Ainda não vi, mas pelo que eu entendi é como uma PSN paga dentro da PSN, só que com conteúdo em vídeo muito forte, com entrevista com desenvolvedores, making of de games, trailers de games e filmes em blu ray, além de demos, add ons e cheats exclusivos para quem pagar pela QORE. Até aí, claro, podemos pensar que é só um jeito de começar a ganhar dinheiro com conteúdo pago na PSN, além dos downloads pagos de games.
Mas, em uma análise mais atenta, o PS3, além de Video Game, DVD e BluRay Player, computador, MP3 e sei lá mais o quê, é também um potencial (ou já é) set top box para IPTV. Do mesmo jeito que o pessoal pode assinar o QORE, porque não assinar uma série de TV, como Two and a Half Men ou Lost? Ou mesmo um canal todo? Porque os vídeos disponíveis para download já te dão a opção de assistir enquanto é feito o download.
Cada vez mais, os equipamentos tem mais funções, como já disse por aqui. E o video game vai assumindo essa função de inovação, na busca de se tornar o principal equipamento da sala, a central de entretenimento doméstico.
Mais uma de games: semana passada ficou disponível para download na PSN o demo de Civilization: Revolution, o primeiro Civilization para consoles. Eu, que jogo Civilization desde o tempo que tinha que entrar no DOS e escrever civ para carregar, achei animal. Fiquei alucinado jogando até altas horas da madrugada, isso porque o demo é muito rápido, limitado a jogar até 1250AD, se não me engano. Que mané Metal Gear Solid IV o cacete. O jogo mais esperado do ano é Civilization: Revolution. Mas se o Forlani, lá de NY ler isso aqui, pode ficar informado que tem que trazer um MGS para mim! :o)
12 de maio de 2008
Além do GTA
GTA é animal, é foda, é o melhor e salva o dia outra vez, mas além dele acabei pegando algumas coisas novas para o PS3 na semana passada. Junto com o GTA chegou o meu PSEye, o Eye Toy nextgen da Sony. Na verdade, meu maior interesse no Eye é o chat de vídeo com os meus amigos que tem PS3 e Eye. O chat do PS3, aqui entre nós, é melhor que muitos chats de áudio e vídeo do PC.
Mas os joguinhos também são legais. Algumas aplicações, como o Acquatopia e o Tori Emaki são só para mostrar que o PS3 tem uma capacidade gráfica invejável e o Eye captura bem os movimentos. Acquatopia, na verdade, é bem inútil, mas Tori Emaki é bem bonito.
Até agora, o único jogo que eu peguei para o Eye é o Operation Creature Feature, que é bem engraçado. É um tipo de Lemmings, mas em vez dos bichinhos saírem andando, você que tem que carregá-los até a saída da fase que está. Divertido, engraçado, bem feito, um joguino daqueles que vale a pena pelo que custa, US$ 4,99 na PS Store.
Aliás, falando em PS Store, que tá bonita e vistosa, finalmente consegui comprar joguinhos por lá. Para quem não sabe, a loja só aceita cartões com o mesmo endereço de cobrança do que o registrado em seu endereço. Até aí, sem problemas. Só que você só pode se registrar na PSN com um endereço de algum país em que o PS3 foi lançado oficialmente. O meu endereço lá, por exemplo, é o endereço da Verizon, onde o Persio trabalha. Aí fiz um cartão virtual na Entropay e consegui comprar. Além dos aplicativos do Eye, comprei Mortal Kombat II, também. Gastei 15 doletas e comprei 5 "joguinhos".
Mas pelo menos, vendo que funfa, dá prá comprar os jogos maiores. A única coisa que eu ainda não sei é se, depois de comprado, eu posso baixar os jogos quantas vezes eu quiser. Tipo, desinstalar para fazer espaço em disco e, se um dia quiser jogar de novo, baixar outra vez.
Logo descobrirei, com um dos joguinhos de US$1,99.
9 de maio de 2008
28 de abril de 2008
jogatina rolando solta
Parece que faz tempo que eu não falo de games aqui. Então, para comemorar que a gente colocou o site de jogos da Band no ar, vou falar algumas coisas do que eu andei jogando ultimamente em casa. Uma das coisas que eu tenho pensado bastante ultimamente é como a Sony conseguiu dar um jeito de, se não evitar, pelo menos dificultar tremendamente a pirataria. Já faz mais de ano que o PS3 foi lançado e até agora não tem pirataria dele prá vender. Já acharam um exploit, já rodaram um homebrew, mas jogo mesmo, como tinha no PS2, nem cheiro até agora. O resultado disso é que, em 9 meses de PS3, eu já tenho mais jogos originais do que em 5 anos de PS2. Já são 10, mais de um por mês desde que comprei o danado, em agosto do ano passado. Aliás, agosto é um mês do pipoco. Esblogo é de agosto, o PS é de agosto, o Pedro será de agosto... Que bom! E que bom que toda hora tem alguém indo para os EUA, prá me trazer os jogos baratinhas! :o)
Então, falemos um pouco de cada um:
Elder Scrolls IV - Oblivion: Vi no XBox 360 do Nicholas e comprei para o PS. Foi o primeiro jogo que eu comprei e não me arrependo. É um Massive de uma pessoa só. Impressionante a quantidade de NPCs, quests, itens, cenários, inimigos, raças, tudo. Tudo é enorme, bem feito e legal. Um baita jogo, até hoje acho que é o mais bem avaliado de PS3 no GameSpot, merecidamente. Prá jogar com parcimônia, sempre que der saudades, porque sempre vai ter o que fazer. Nota: 9,5.
Heavenly Sword - Esse eu pirei desde que baixei o demo na PSN. Gráficos lindos, uma história linda de vingança e desespero de uma mulher guerreira ao mesmo tempo amada e odiada, linda e amaldiçoada, que se sacrifica por amor à sua tribo e, principalmente, por sua irmã. O jogo mais bonito do PS3 até agora, bebe forte na fonte de God of War, na mecânica e na execução. E comete o mesmo pecado: é muito curto. Seria nota 10 se não fosse isso. Mas é isso, então, nota 8,5.
Dirt - No mesmo dia que entrei na loja para comprar o HS, comprei o Dirt, outro que eu pirei no demo da PSN e acabei comprando. Aliás, os caras aprenderam. Colocar um teco do jogo para baixar, se o bicho é bom, termina em compra, mole mole! Um jogo de rally animal, com muita lama, poeira, carro que suja, destrói, navegadores que enchem o saco com o caminho, gaiolas, caminhões, cenários e carros deslumbrantes. Vale muito para se divertir. nota 9.
Ninja Gaiden ∑ - Outro demo legal, outra nota boa no GameSpot e outro jogo que veio parar na prateleira em casa. Sanguinário, violento, animal. Difícil que só a porra. Só os gráficos que eu acho que podiam ser melhores, mas mesmo assim, a nota é 9.
Ridge Racer 7 - Nenhum PS, seja 1, 2, 3 ou P é PS sem Ridge Racer. Não é simulador, é arcade total, mas para quem teve todos os PSs e todos os RRs é obrigatório. É mais diversão do que direção, mas é como tinha que ser. Vale muito pela história da farnquia. Nota 8.
Assassin's Creed - Amigo nos US&A, encomenda feita. Descaralhante. Puta jogo. A jogabilidade é legal, a história é mais ou menos, mas os gráficos são deslumbrantes. Subir nos View Points e apertar o Scan é uma das coisas mais divertidas do jogo. Daqueles que dão vontade de ficar andando no jogo, mesmo sem fazer nada, só para ficar vendo os cenários, as "pessoas", as coisas. Nota 9,5.
Rock Band - Eu nos US&A, Rock Band na bagagem! É, sem sombra de dúvida, o multiplayer offline mais divertido que eu já vi na vida. Claro que o multiplayer online também é legal. Mas com sua turma reunida na sala, pagando de rock stars, tocando Mettalica, Iron Maiden, Nirvana, é impossível não ter uma tarde de rock'n'roll e gargalhadas. Nota 9,5.
Devil May Cry 4 - Yabu nos US&A, mais uma muamba na mala. Mais um que vale mais pela diversão do que qualquer outra inovação tecnológica/gamer. DMC é matança de demônios e humor (nem sempre) negro. Famoso jogo sessão da tarde. Nota 8,5.
Ratchet and Clank Future: Tools of Destruction: outro jogo sessão da tarde. É bonito, é engraçado, é prá jogar uma vez e gostar. Duas e achar que não devia ter jogado de novo. Três e botar o jogo no Mercado Livre. Nota 7,5.
Gran Turismo V Prologue: Um demo gigante e comercial do melhor simulador de carros do mundo. Dar nota é difícil, porque falta muita coisa na jogo, mas por outro lado, ainda não é O jogo. Então, fica um demo nota 10, um jogo nota 7. Na média, a nota é 8,5. Mas acho que é o que mais exige do Cell até agora. Tive que desligar o PS3 porque achei que a ventoinha do bicho ia decolar da estante. O Cell não esquenta desse jeito à toa. Cada pixel dos gráficos está onde tem que estar. Os carros e os cenários são simplesmente perfeitos. Tem horas que não parece game, parece filme. O jogo completo promete.
Taí. Me redimindo do tempo que eu não escrevi de games aqui.
31 de março de 2008
O2 - Offline e Oblivion
Esse foi o final de semana do POL - Paul OffLine.
Saí de casa logo cedo no sábado, com a honrosa missão de batizar o meu sobrinho. Agora sou, oficialmente, além de tio, Padrinho da pequena figurinha. Que até tentou causar um pouco na cerimônia, mas na hora da água na moleira dormia como se não houvesse nem amanhã e nem batizado. Depois da cerimônia, fomos para a casa dos orgulhos pais do pimpolho, para uma sessão de comes, bebes e muita conversa com partes da família que a gente só vê agora é em batizado, aniversário dos filhos e enterros... A hora que fui para a casa, liguei a única máquina que fez com que eu não ficasse 100% do final de semana offline: o PS3.
Domingo, graças aos céus, NADA para fazer! Ou seja, dia de jogar videogame até os olhos pularem para fora. Primeiro assisti as "Princesas do Mar" no Discovery Kids com a Dé, depois juntei no Oblivion e só parei prá ver Bragantino e São Paulo (com o Silvão narrando) e depois, aí, Oblivion de novo até a hora de ir dormir. Na verdade, tem quem diga que não se pode jogar videogame desse jeito, que faz mal, que é zuado, que a PQP... Prá mim, às vezes, além de eu gostar mesmo de jogar, é necessário. É um escape, um jeito de eu esquecer que o mundo existe, que tem conta prá pagar, gerente do banco prá infernizar, trabalho, carro, trânsito, tudo. E fazia tempo que eu não ficava o dia inteiro perdido em um jogo, andando prá lá e para cá virtualmente, fazendo aquelas coisas que só em games a gente faz.
Aliás, cara, Oblivion é um jogo que me intriga. Ele é muito, mas MUITO, grande. A Dé tava do meu lado fazendo umas coisas para o Pedro, virou prá mim e mandou: "Esse jogo não tem fim, não?" E eu: "Pior que não". E aí ela falou o que o pessoal da Bethesda deve ficar orgulhoso: "Mas que é bonito, isso não tem como negar". E é engraçado, porque acho que é a melhor tradução do que é um RPG para video games. O cara criou o mundo, uma cacetada de personagens e você faz o que quiser. Se quiser sair matando todo mundo, vai ser preso, sei lá, mas pode. Se quiser montar uma loja em uma cidade, pode. Se quiser ser guerreiro, pode, matador, mecenário, curandeiro... Tudo pode. Inclusive não fazer nada. Quiser ficar só rodando pelas cidades, falando com o pessoal e tal, pode também. Mas o que me intriga, como disse no começo do parágrafo, é pensar como os caras desenvolvem um jogo desses. Porque tem trocentas (mesmo) quests prá fazer, com histórias complicadas, gente para visitar em várias cidades longe das outras, tem uma porrada de livros para ler no jogo, alguns com histórias do mundo em que se passa o jogo, alguns, com lendas, alguns que ensinam habilidades, além de absolutamente TODOS os personagens do jogo falarem com você, além de conversarem entre eles. É comum, você passar em algum lugar do jogo e ter dois personagens batendo papo! Praticamente todos os objetos são interativos, ou seja, quase tudo que você vê no jogo, você pode tentar pegar. Não bastasse tudo isso, como a Dé disse, o jogo é lindo. Florestas, cidades, estábulos, dungeons, personagens, inimigos, castelos, jardins, magias, tudo modelado à perfeição. Aí pensa o tanto de gente que tem que ter para fazer um negócio desses.
Como diria o meu avô, tem que ser maluco.
26 de novembro de 2007
Assassin's Creed
Confesso que comprei o PS3 preocupado. Afinal, o bicho ainda tem poucos jogos e, quando comprei, as grandes promessas para o console ainda não tinham saído. Tanto que o primeiro jogo que comprei, era um dos poucos com nota maior que 9 nos sites de games. Mas estava apostando em algumas coisas: o sucessor do PS2 não poderia decepcionar. O hardware do bicho é um absurdo, mais hora menos hora, iam sair jogos bons. E a Sony não ia arregar no terceiro round de um luta que ela vem ganhando.
Aí joguei Genji - Days of the Blade. Legal, mas faltava alguma coisa. Resistance: Fall of men. Bacana, melhor online. Need for Speed Carbon, que é uma merda. Formula 1, que é legal, mas não empolga, parece. Oblivion sim, esse é legal. Mas tem que jogar com parcimônia, senão enjoa.
Aí comprei o Heavenly Sword. Coisa mais linda. O jogo mais bonito que já vi em muitos anos, mas com um defeito de fazer chorar: é muito curto. Dá prá terminar (como eu fiz) em uma tarde de jogatina. Junto, comprei o Dirt. Uma delícia. Para jogar até cansar de dirigir.
E semana passada, ganhei um Assassin's Creed do Ballona. PQP, se faltava um jogo para convencer que o PS3 é foda, não falta mais. O jogo é um absurdo, daqueles que dá vontade de jogar e não parar mais. Cenários de tirar o fôlego, jogabilidade deliciosa, história legal, milhares de NPCs nas cidades que você visita, um espetáculo.
Sábado tive que desligar depois dos meus olhos começarem a arder até parecer que não iam mais parar da minha cara. Haja colírio!
Claro que o visual impressiona, que as missões no jogo são legais, mas a ambientação é o que mais chama a atenção. Cidades lotadas de gente, que reagem ao que você faz, param para conversar, te param na rua para pedir esmolas, te agridem, tentam te segurar, seguram guardas para você atacá-los, vários tipos de reação.
Como eu não sou desenvolvedor de games (nem de nenhum tipo de programa de computador), sempre fico imaginando como isso é possível. Imagino que num jogo, você determinar as reações de um personagem que você controla é até fácil, mas as reações de milhares de personagens diferentes em um mesmo jogo deve ser um trabalho e tanto.
E esse, pelo menos aparentemente, não se termina em uma tarde. Longe disso. Até porque, ficar simplesmente andando pelas cidades é uma delícia, só prá ver o que acontece.
24 de agosto de 2007
PS3 - As primeiras impressões
Bom, antes de mais nada, vamos relembrar um pouco a trajetória do PS2. Como gostam de dizer os saudosistas e professores de história, entender o passado é prever o futuro.
Quando comprei o PS2, veio com 5 jogos: GTA3, GT3, Wacky Races, Ico e mais um que eu honestamente não me lembro. Todos eram legais e, comparando com a geração anterior eram um salto gráfico absurdo. Não custa lembrar que a geração anterior era, na maioria esmagadora, de 32bits, do PS1. Depois de um tempo, FFX, um RPG prá ninguém botar defeito. Mortal Kombat Deadly Alliance. E vamos tocando a vida.
O tempo vai passando, e o pessoal vai aprendendo a fazer jogos para o PS2. Gran Turismo 4, apesar de não vir com o esperado modo de jogo online, era bem melhor que o GT3. GTA San Andreas, o melhor até agora. Do mesmo time que fez o Ico, Shadow of the Colossus. God of War e quando ninguém achava que dava para melhorar, God of War II. E Final Fantasy XII, que fez muita gente perguntar: Next Gen prá quê?
O Playstation 3 chegou às lojas dia 11 de novembro de 2006. No Brasil, alguns estavam à venda por até R$7.000,00. Dava para ir para os EUA, comprar um, dar um rolê e voltar. Além disso, a quantidade de títulos ainda era pequena.
282 dias depois do lançamento, comprei o meu. Peguei alguns jogos. Se a história se repetir com o PS3, o console tem um potencial absurdo. Essa primeira geração de jogos, com as empresas ainda pegando o jeito de fazer os games, já mostra o poder do console de uma maneira que fica até complicado imaginar como serão os que sairão daqui a 3 ou 4 anos.
Os jogos de corrida são impressionantes. MotorStorm, Gran Turismo HD, F1 Championship Edition e Need for Speed Carbon tem visuais assustadoramente bons. Jogabilidade excelente, cada um ao seu estilo. E Dirt, ainda no Demo, dá vontade de ir apresar os caras lá no estúdio para sair o definitivo logo.
Eu falei de God of War no PS2. Imagine que ele fica parecendo jogo de Atari quando você vê Heavenly Sword. Até agora, os gráficos mais bonitos que vi no PS3. Ninja Gaiden Sigma, além de impressionante graficamente, tem a melhor resposta que eu já vi em um controle de vídeo game.
A única decepção até agora, para falar a verdade, é o Resistance: Fall of Man, que apesar de ser muito bom, eu esperava mais.
Saindo um pouco dos jogos, os recursos online do console também são muito bacanas. A PlayStation Network, onde você pode baixar demos de jogos, jogos completos, filmes, trailers de filmes e jogos, jogos para o PSP, ter uma lista de amigos e, claro, jogar com outros jogadores ao redor do mundo. Nas configuração de som, você pode ajustar o som para Dolby ProLogic II, DTS e vi rodando num Home Theather com 7.1 e passei mal. E tudo, claro, preparado para HDTV, 1080DPI... Fica uma coisa sem noção, não vou mentir.
O Sixaxis, novo controle wireless do PS3 é muito leve, ótimo para jogar e o sensor de movimentos dele funciona até que bem. Claro que quem está acostumado com o PS2 sente falta do rumble, mas não chega a incomodar, não. E parece que já está para sair o controle com essa funcionalidade, então beleza.
Então, respondendo meu caro amigo Yabu, que perguntou que tipo de maluco compra um PS3, eu respondo: meia hora vendo o console funcionar, a resposta fica bastante óbvia.
20 de agosto de 2007
Um indo, um chegando...
Depois de 5 anos de (ótimos) serviços prestados, meu PS2 levará alegria a outras pessoas. Deve ficar com a Carol (ou com o Tom, eles decidem).
No lugar dele, por pelo menos outros 5 anos, entra o PS3. Como diria o Cabelo, Louvai! \o/
20 de fevereiro de 2007
Eu disse, eu disse. A minha vida acabou. Depois que peguei o meu Memory Stick de 4 giga, já joguei Daxter, Death Jr, Ape Academy, Cars e, o melhor, maior e mais fodão, Lumines II.
Lumines é legal, mas Lumines II é ainda mais legal! Não tem a originalidade do primeiro, já que é basicamente o mesmo jogo, mas tem mais modos de jogo, mais opções, mais níveis, mais músicas, mais tudo. Até agora, a skin (música + background) mais legal é Heavenly Star! Foi feita só para o jogo por uma banda "do futuro". Pela história, a vocalista da banda terá 17 anos daqui a 30 anos. Ou seja, ela só vai nascer daqui a 13! Mas, eu já conheço e gostaria de apresentar as Genki Rockets e sua vocalista Lumi, performando Heavenly Star, para Lumines II! Enjoy!
10 de fevereiro de 2007
Minha vida acabou de vez!
Depois do Memory Stick de 4 giga no meu PSP, Daxter, Death Jr., agora funfaram Lemmings, o clássico maior dos games de puzzle, e Lumines 2. Lumines 2 não dá nem prá falar nada. É o único jogo que poderia ser melhor, maior e mais legal que o Lumines.
Mais: Peguei os 12 primeiros episódios de Heroes com o Yabu. E ele tem razão: quem nunca viu, não pode ser feliz. Eu, e olha que sou eu, hein, já acho que é melhor que Lost. E muito. Vai comeãr a passar na Universal. Se você tem o canal em casa, não perca.
O Esblogo mudou para o new blogger, porque o google mandou! :oP Não sei o que vai acontecer. Capaz dos arquivos sumirem, como eu já li que rolou com outros que migraram. Tipo o Kibeloco. Well, veremos.
30 de janeiro de 2007
Rapaz, descolei um Memory Stick DUO de 4 Giga para o meu PSP. O de 512M ficou para a câmera!
Não sei o que é mais legal: poder ter 4, 5, 6 jogos no PSP, sem contar contar uma cacetada de MP3, memória para ver uns dois filmes no danado, ou se é poder jogar todos os jogos que tem mais de 512 mega e que eu não joguei até hoje. Acho que tudo, na verdade! :o)
Nesse exato momento, por exemplo, estou descarregando (porque é em espanhol) Daxter, que o que eu tinha estava pela metade. E logo depois, LUMINES 2!!!!! Mais de 1 giga de Lumines! U-hu!
Mas uma coisa deve ser dita: é complicadinho esse PSP, não vou mentir. Como deve ser bom morar no Japão, Canadá, Europa, México e até no US&A, onde a Sony lança as coisas dela, originais, a um preço justo. Ir no loxinha e comprar um UMD, botar prá rodar e sair feliz, sem problemas com seus joguinhos, por 19, 30 ou mesmo 50 doletas. E não 300 reais, que nem é aqui! Fala sério. Com 3 jogos, compra outro PSP!
12 de dezembro de 2006
29 de novembro de 2006
Resolvi criar vergonha na cara e tive um ótimo final de semana no mundo gamístico (gamístico de games, não de gay místico. :oP). Terminei o FFXII! E, meu amigo, minha amiga, que jogão. Primeiro porque é grande, mesmo, 101 horas da primeira ligada até tirar o DVD sábado, depois de ver o filminho do final. Já sei o que você vai pensar: chorou no final, o coió. Não, nesse não rolou uma choradeira, não. É batuta, mas não achei emocionante. Deve ser porque, apesar de ser maravilhoso, revolucionário, bonito e xananan, os personagens não tem tanta empatia com o jogador como nos outros FF. Mas sei lá.
Aí, já que terminei mesmo, coloquei o Mortal Kombat Armaggedon para ver, que tava com ele fazia tempo, mas não tinha jogado ainda. Não gostei. Estranho, eu falar isso de um MK, que é disparada a série de games que eu mais gosto. Mas achei que ficou estranho, sei lá. Sobra jogador, mas falta alguma coisa que eu ainda não sei dizer o que é. Vou jogar um pouco mais, para ver se não estou exagerando na avaliação, mas por enquanto, não gostei mesmo.
Como quero dar um tempo de FFXII até voltar para fazer as side quests, tasquei o Sands of Time no PS. Uma vergonha eu não ter terminado esse jogo, então, bora resolver isso. Ontem fiz, segundo o save, 10% do jogo. Melhor que nas primeiras vezes que eu tentei, que só tinha feito 2% e encalacrado. Mas agora vai! Chega de ser zuado porque tomei coro da cunhada. :oP
A única coisa que ainda estou devendo, é o Lumines no PSP. Ainda não tirei o japa das primeiras colocações no ranking. Só lembrando, ele fez 63 mil pontos. Eu tinha feito 48, ficado em nono, agora fiz 53 e 51, estou em sexto e oitavo. Pelo menos já tirei dois nomes dele de lá. Vou recuperar a minha honra no PSP!!!!!
Agora é esperar prá baratear PS3 e Wii, prá ver se rola de ter um ou outro, ou os dois!
21 de novembro de 2006
Bom, ainda não terminei o FFXII. Tá feia a coisa. Tentei ir para o que supostamente é a última "dungeon" do jogo, mas tomei um coro forte. Aí fui fazer umas side quests, melhorar o level dos personagens e tal, ainda não tentei voltar. Mas tá divertido fazer as quests, então vou fazendo. E parece que eu não estou lá com muita vontade de terminar logo o jogo. Tá gostoso de jogar, a expectativa de um final batuta é grande, então vamos embaçar um pouco mais.
Mais uma de vídeo game: Emprestei o meu PSP para o Yabu e o japonês me faz 63 mil pontos no Lumines! Os 8 primeiros lugares no Ranking são dele! O nono é meu. O décimo é ele de novo!!!!! que falta de educação fazer 63 mil pontos no Lumines dos outros. Claro que eu posso apagar os recordes dele, mas isso é a mesma coisa que puxar o fio da tomada quando o teu primo de 7 anos vai te dar um fatality flawless victory no MK. Tem que tirar o nome do japonês de lá na raça.
E a última derrareira, ainda sobre games: a Carol, minha cunhada, veio em casa e começou a jogar um Prince of Persia, acho que o Sands of Time. Foi mais longe que eu tinha ido. Realmente, estou zuado. Sem moral. Mais prá baixo que joelho de anão.
26 de outubro de 2006
Um dia eu escrevi aqui que Final Fantasy X era o jogo mais legal que eu já tinha jogado. Que era o que eu mais jogava, mesmo depois de já ter terminado o danado pelo menos três vezes. Mas é porque eu não tinha jogado Final Fantasy XII. Meu, esses japas da Square Enix sabem fazer jogo, PQP!!
Ele é totalmente diferente dos Final Fantasy que eu estou acostumado, mas é um absurdo. Parece que a Square conseguiu achar o equilíbrio, que eles procuraram com o Kingdom Hearts, entre as mecânicas de RPG e jogo de ação. Você tem duas opções de como controlar a party: controlar as ações do líder da party e fazer com que os outros personagens executem ações automáticas ou controlar um por um, o que, aqui entre nós, é bem mais complicado. Mas não é impossível.
O lance das ações automáticas não quer dizer que elas sejam aleatórias. Você "programa" as ações dos personagens através de "gambits", de dois tipos: um para amigos e um para inimigos. Então, você pode colocar ações de cura para membros da party com menos de 50% do HP e atacar o mesmo inimigo que o líder a party. Mas a ordem dos fatores, aqui, altera o produto: se você manda o cara atacar antes de curar, ele só cura depois que o inimigo morrer. Se manda curar antes, ele primeiro cura, depois volta a bater. O que é mais útil, aqui entre nós. Conforme você vai evoluindo, por abrir novos "slots" para os gambits de cada personagem. Isso significa programar mais ações. Por exemplo, além de curar e bater, você pode programar o personagem para remover status ruins, como o blind, confusion, oil e outras.
Como nos MMOGs (aliás, FFXII parece muito um MMOG), você depende muito mais de armas, armaduras, escudos e acessórios para os status de seus personagens do que nos jogos anteriores. E tem arma prá dedéu no jogo. Espadas de uma e duas mãos, lanças, adagas, arcos, aqueles arcos com gatilho que não sei como chama em português (crossbow em inglês. Tem que diga Besta, em português, mas eu acho escroto demais), revólveres (sim, rolam uns tiros), machados, martelos, socos ingleses... E você pode lutar de mãos fazias. Seu personagem parte para a troca de socos, literalmente, com os monstros. Mesma coisa para os outros equipamentos, em grande variedade, além de elementais, que aumentam ou reduzem o dano dado ou recebido de acordo com o elemento do equipamento e do monstro.
Não seria Final Fantasy se não tivesse mágica. Muita mágica. Mais que os outros que eu me lembro. E agora, em mais categorias. O que antes era só White ou Black Magic, agora é subdividido. Haste, por exemplo, virou Time Magic. Protect e Shell viraram Green Magics. Dark é uma Arcane Magic, e por aí vai. E as thecniks, como Libra, que serve para ver mais detalhes do inimigo, por exemplo, substituindo o antigo Specials, que não consomem MP.
E para terminar, como todo bom Final Fantasy, tem que ter:
CHOCOBOS - e dessa vez você vai gostar. Os Chocobos estão sensacionais!
SUMMONS - seres poderosos que ajudam nas batalhas? Claro que tem!
ATAQUES ESPECIAIS - não tem mais overdrive, mas MIST vai te deixar de boca aberta.
CID - não existe FF sem um Cid. Ponto.
INIMIGOS GIGANTESCOS - demorou. Quanto maior, maior o tombo!
ROUPINHAS CURTINHAS - personagens femininas de roupinha curtinha, é nóis!
SIDE QUESTS - identifiquei umas 5, sem fazer força. Com certeza tem mais.
HISTÓRIA TRISTE DE JAPA - é da Square? Eles são japa? Então tem.
O relógio que marca o tempo do meu jogo já chega em 40 horas. Final? Nem sinal ainda...
29 de agosto de 2006
Se eu fosse fazer um ranking dos melhores jogos de video game que eu já joguei, com certeza a maioria seria RPG. Acho que ficaria mais ou menos assim:
1 - Final Fantasy X
2 - Legend of Zelda - Ocarina of Time
3 - Mortal Kombat II
4 - ICO
5 - Resident Evil
6 - Kingdom Hearts (os dois)
7 - Oddworld - Abe´s Oddysee
Cada um por um motivo especial. Começando pelas plataformas mais antigas, Mortal Kombat II foi o primeiro MK que eu joguei e que me fez um apaixonado pela série. Depois disso joguei todos os MK até hoje, menos o Special Forces, que não faço a menor questão. Uma das melhores conversões de arcade para consoles caseiros de todos os tempos, o MKII para SNES. Sem dúvida. Resident Evil, o primeiro, foi um dos primeiros jogos que peguei quando comprei meu primeiro playstation. Não conseguia parar de jogar. Acho que foi o primeiro jogo que me deu o comichão de terminar, eu tinha que ver o final, tinha que ver como terminava aquela história, cheia de mistérios dignos de LOST. Como ICO, que foi um dos primeiros jogos (junto com GT3) que eu peguei para o PS2. E o jogo é lindo. Visualmente, claro, mas a história também é animal. Kingdom Heart é a mistura perfeita com ingredientes inusitados e Oddworld é a série mais engraçada dos vídeo games. No Oddysee, o Abe tem que salvar a raça dele de virar comida! :o)
Ocarina of Time é um caso totalmente à parte. Foi o primeiro jogo que eu vi em tudo quanto é lugar especializado em games com nota 10 em todos os quesitos. E realmente é 10 em tudo. Desde a história triste do pequeno Link até o final empolgante em que temos que derrotar um daqueles super over powered enemies, passando por uma história linda que cria uma puta empatia entre o jogador e os personagens. Realmente um dos melhores até hoje.
Já, me desculpem os fãs ardorosos de FFVII, mas FFX é animal. Comprei meio no susto e já tem 4 anos que eu jogo. O jogo é simplesmente gigantesco, com inúmeros desafios e sidequests e, quando a gente enjoa um pouco, não tem problema. Deixa ele lá, que um dia dá vontade de fazer aquilo que você ainda não fez. Simplesmente seguindo a história, vai tempo para acabar esse treco. Fácil, fácil, mais de 40 horas. Prá fazer tudo o que eu quis, levei 70. E prá fazer o que ainda tem, estou com 90 e não cheguei ainda. Joguei duas vezes desde o começo até terminar e, ainda hoje, quando pego para jogar um pouco, dá vontade de começar tudo de novo. Uma história linda, CG´s de tirar o fôlego, Boss Battles inesquecíveis... Um roteiro perfeito. E, na minha opinião, o melhor esquema de batalhas de todos os tempos, que eu adoro turno e tenho minhas resalvas com o ATB, modo mais famoso dos FF.
E o que será que nos reserva o futuro? FFXII está na boca de sair, o Wii sai com uma nova aventura do Link, Mortal Kombat: Armaggedon promete trazer todos os lutadores que já participaram dos MK anteriores juntos em um só game, Resident Evil está sempre evoluindo (o 4 beira a perfeição) e a Sony sempre faz um jogo para mostrar a capacidade de seus consoles que acaba surpreendendo, como ICO e Shadow of Colossus.
Sem contar os clássicos, que sempre "inauguram" as novas gerações de consoles, como Mario, Sonic, Kong, entre outros.
O fato é: games são do caralho!

