16 de Junho de 2009

Viva o Burnout!

Esse final de semana, home alone e tal, aproveitei para tirar o pó de algumas coisas. Da Guitarra e do PS3, principalmente. E depois de muito deliberar para ver o que eu ia jogar, passando até pelo aluguel do Killzone 2, eis que me rendi, novamente, ao Burnout Paradise.

Sabe por que Burnout é foda?

Porque a EA e a Criterion (uma, outra ou as duas) descobriram antes de todo mundo como dar perenidade a um jogo e como continuar fazendo grana com ele. Muita gente criou Add-Ons para vários jogos, mas honestamente, tirando o Oblivion, que realmente mandou um que valia a pena, tinha muito caça-níqueis por aí.

Mas vamos ao que interessa, que é o que os add-ons do Burnout tem de legal. A primeira coisa é que eles realmente se aplicam ao conceito do jogo. Não só são mais e melhores carros, mas são novos esquemas de jogo, novos cenários, novas maneiras de interagir com outros jogadores e até novos troféus na PSN! :o)

Com os add-ons do Burnout dá prá brincar de polícia e ladrão, carrinho de brinquedo, jogar multiplayer offline e agora tem quase que uma cidade nova para jogar. Ou, como disse, a EA e a Criterion deram um jeito de um jogo que já tem mais de um ano de idade continuar atraente, atual e divertido.

A série Burnout sempre foi uma das mais divertidas em jogos de corrida. Burnout Revenge comia solto no meu PSP toda vez que eu ia viajar, até o dia que roubaram o coitado do PSP. Quando pintou a chance de pegar o Paradise para o PS3 eu nem pensei. Indiquei o jogo para o Pelvin quando ele tava comprando o PS3 dele e ele, meio descrente, foi na minha. Viciou de um jeito que até o troféu de platina do jogo ele já ganhou!

Que mais gente se espelhe nos exemplos da Bethesda (que faz o Oblivion e o Fallout) e da EA / Criterion e lancem uns add ons mais úteis, mais divertidos e menos caça níqueis. Com certeza é bom prá todo mundo. Para os jogadores, que valorizam seus jogos e para a empresa, que lucra mais em cima de um produto mais velho e já desenvolvido.

12 de Junho de 2009

Home alone

É, feriadão é prá quem pode e eu achei que não podia, pelo menos nesse.

Queria ficar em São Paulo no feriado, a Dé quis ir viajar e aí a gente resolveu que todo mundo estava certo. Ela foi viajar e eu fiquei por aqui. E já que fiquei, mesmo, e hoje tá um tempinho que inviabilizou tudo que eu queria fazer em casa, vim trabalhar.

O que não impede de ser relax, porque até trabalhar pode ser relax, quando não é no stress de um dia normal. Dei uma volta na empresa hoje e não tinha uma alma em vários lugares que eu passei. O telefone não toca, os e-mails não chegam e dá prá aproveitar prá adiantar o que tava atrasado.

Em casa, aproveitei para alugar um filminho e um joguinho. Já vi o filme e já estou jogando. Aproveitei também prá tocar um pouco de violão e hoje estou pensando até em pegar a guitarra.

Mas, depois de muito tempo sem atualizar, desde o dia do meu aniversário, vamos às novidades, que quase não existem! :o)

Primeiro as não tão boas: quebrei o meu iPhone. Deixei cair, ficou um rachado no vidro que parece uma cicatriz. Tudo funfa, normal, não sei nem se vou mandar arrumar tão cedo. Por causa disso, fui a primeira pessoa no mundo a ter o iPhone 3G S, sendo que o S, no meu caso, é de Scarface.

O Pedro teve que parar a natação, por ordens médicas. Ele teve, seguido, uma roséola, uma laringite e uma bronqueolite. Aí a médica achou melhor, enquanto o tempo tá frio, ele não nadar. Aí, como já está pago, mudamos a matrícula dele para mim e agora que faz natação no lugar dele sou eu. Que coisa, não?

De bom, é que acho que no mês que vem eu devo tirar uns dias para ficar de bobeira, estamos planejando o aniversário de um ano do Pedro e a vida continua. Se bem que não temos a mais pálida idéia do que fazer no aniversário do Pedro, porque a grana não tá nem curta. Tá inexistente, mesmo.

Mas tamos aí na atividade.

22 de Maio de 2009

Como já é tradicional por aqui...

...parabéns para mim, porque eu sou legal!

Atingi a maioridade. 18 anos! Em cada perna. Agora sim.

Viva eu, viva tudo, viva o Paul Barrigudo, que sou eu também.

Primeiro aniversário que acordo com o Pedro dando risada do meu lado, como se soubesse que dia é hoje. Que dia feliz, que do caralho, que tudo. É nóis, queiróis, albatróis, não gostou pega nóis.

\o/

11 de Maio de 2009

So many things and so little time

É tanta coisa prá fazer, mas tanta coisa prá fazer, que às vezes o Esblogo fica meio parado. Mas jamais esquecido.

Aliás, uma coisa que eu acho que nunca escrevi, apesar de ter deixado nas entrelinhas várias vezes. A época que eu menos atualizei o Esblogo foi em 2004, ano que eu passei boa parte sem trabalhar e boa parte trabalhando na Level Up. O tempo sem trabalhar, obviamente, tira a vontade de qualquer um fazer qualquer coisa. É muita incerteza, é muita merda, é muita gente te tratando como bosta porque você não tem emprego, muita gente tentando te dar o golpe porque você está desesperado... É uma situação de merda, que eu abstrai, tirei as coisas boas e simplesmente apaguei as ruins. Ainda estão "fisicamente" gravadas, claro, mas o "arquivo lógico" não está mais indexado no cérebro, vamos dizer assim.

Agora, o tempo de Level Up e a vaca loca que era minha chefe, não esqueço jamais. Ali lembro só das coisas ruins, porque de bom mesmo, só o dia que eu pedi a conta. Espero nunca mais ver nem ouvir falar dessa mulher. Não desejo nada de mal prá ela, até porque não precisa. Feia, ruin, mal (ou não) comida, véia, morando com os pais, descota a frustração de não ter uma vida tratando subordinados que nem lixo. A única coisa que eu tenho que agradecer é que deve ser por causa dela que eu sou um chefe, modéstia à parte, tão bom. Pode perguntar prá qualquer pessoa que trabalhou comigo e vai ver que não estou de sacanagem.

Outro dia uma funcionária veio me contar de uma conversa que estava tendo com uma amiga aqui na empresa, com a amiga desancando o chefe dela. E aí perguntou para essa funcionária quem era o chefe dela. Ela respondeu que era eu e ouviu a seguinte frase: "O Paul??? Ai, que sonho, que delícia!" Eu ser chefe, não eu, seus mente poluída da porra! Fui chefe do irmão de um amigo. A gente foi almoçar um dia e perguntei do cara. Esse meu amigo, que é doido prá me sacanear, não perde uma chance, ficou sério prá caralho e disse: "Ele vai ficar feliz prá caralho de saber que você perguntou dele. Ele não fala porque, mas sempre conta em casa que você é o modelo de chefe que ele gostaria de ter sempre".

A coisa é bem mais fácil do que parece, na verdade. É só tratar todo mundo como gente. Os que não entendem a diferença, trate com o mesmo respeito que eles tratam. Se acharem que estão sendo mal tratados é ótimo, porque você pode estar conseguindo mudar uma atitude hostil mostrando a "regra do espelho". Aqui mesmo já mandei um à puta que o pariu, com todas as letras e sílabas combinando, aí ele mudou. Percebeu que estava sendo escroto com a pessoa errada, vai ver.

Ultimamente, mesmo com tudo que tem de pressão e porradaria, até que a coisa tem andado bem. A falta de posts diz mais respeito à falta de tempo do que à de vontade. Acha-se tempo, dirão alguns. Mas se eu achar algum, quero aproveitar é prá ficar com o Pedro. Ou dormir. Mas ainda escrevo bem no twitter, porque é mais rápido!

Prá terminar, cabe o reconhecimento de que esse foi um post que advoga em causa própria, comigo, ridiculamente, falando bem de mim mesmo e de minhas habilidades profissionais. Mas, como dizem por aí, se eu não fizer, quem vai fazer? Acho que esperei demais que fizessem e, se não fizeram ainda, não farão mais, certo?

Além do quê, algumas coisas tinham que ser vomitadas, mesmo. Vocês sabem como é.

27 de Abril de 2009

Será que ele morreu?

O presidente do Afeganistão deu uma entrevista falando que tem certeza que Osama Bin Laden está morto. Não sabe dizer como morreu, nem onde está o corpo, mas tem certeza que ele já não anda mais no mundo dos vivos.

Eu acho que para os grandes interessados (ou não) em achar o cara, que são os americanos, o que dá mais angústia é essa incerteza. E agora? Morreu mesmo e a gente pode arrumar outro cara para ser o inimigo público número 1 da América, ou será que é mais um despiste e o cara está em um palácio no meio do deserto, cercado de mulheres de burka e homens bomba em treinamento?

A história dos americanos é cheia de gente que não se sabe como morreu, nem quando, nem onde foi parar, prá falar a verdade. Um dos casos mais comuns, referência constante em tudo que é filme e série americana é o tal do Jimmy Hoffa, que dirigia um poderoso sindicato dos caminhoneiros nos US&A e até hoje nego se pergunta o que aconteceu com o cara.

Pois é. O Bin Laden é assim também, mas em escala global. Se Hoffa é um caso conhecido no norte, o Bin é conhecido no mundo inteiro, principalmente por causa do 11 de setembro. E é tudo cercado de mistério. Eu não consigo imaginar como a maior potência militar do mundo, que achou o Saddam num buraco no meio do deserto, não consegue achar o cara ou confirmar que ele morreu. Tudo bem que o deserto é grande, enganador e traiçoeiro, mas com certeza ele não está sozinho por lá. Deve ter pelo menos um camelo junto, uma pequena comitiva, sei lá, prá quem sobrevoou o desgraçado do deserto que nem os americanos sobrevoaram, já deviam ter achado pelo menos umas comunidades nômades que trocaram uma idéia com o Bin.

Quando o Bush era o presidente da bagaça, eu até acho que ter uma "ameaça" pairando no ar era útil. Para o Bush, claro, que fazia o que bem entendia em nome da segurança nacional e vamos que vamos. Agora, me parece que o tal do Obama é um cara mais esclarecido, e com essa crise do capeta que tá por lá, ele deveria ter outra prioridade que caçar um fantasma barbudo. Se o cara morreu mesmo, se alguém sabe que ele morreu, devia aparecer e falar: Então, meu povo, o Bin já era. Vamos cuidar da vida, tocar o bonde e dar um jeito nas finanças aqui, porque o tempo que o Bushinho caçou o barba, nego aqui deu um jeito de tirar 50 bilhões da galera bem debaixo o nariz dele.

Numa época que a insegurança é outra, e não tem terrorismo maior que passar fome, seria uma boa, fala aí?

25 de Abril de 2009

Formatão

Depois do meu Mac me dar um baita de um susto, achei melhor becapear tudo e sentar um formatão no bicho. Com quase um ano e meio de uso e nenhuma manutenção, achei que seira uma boa dar um limpada no HD do danado. Até porque, tem um monte de porcaria que eu instalei e nem uso mais e, mesmo que desinstale, sempre fica uma sujeirinha do programa em algum lugar.

Fase 1 completada na boa. Trouxe o HD externo que eu tenho prá casa, grudei na firewire e copiei tudo que tem no Mac para ele. Bibliotecas do iPhoto, do Photoboot, do iTunes, meus arquivos, exportei os e-mails do Entourage, coloquei quase que o HD interno todo no externo. Peguei os CDs do MacOSX que vieram com o MacBook da Dé e me preparei para começar a formatar o bicho. Quero usar os CDs do Mac da Dé porque já é o Leopard. O meu, quando eu comprei, ainda era o Tiger.

Iniciei o Mac bootando pelo CD, carregou o installer e aí veio a mensagem: Não é possível instalar o MacOSX nesse micro. Aí fiquei na dúvida. Será que é porque a versão do MacOS do CD é 10.5 e a que eu tenho instalada é o 10.5.6, ou será que é porque o CD faz um System Check e vê que o CD é do MacBook e meu micro é um MacBook Pro? Na dúvida, vou esperar segunda feira para conversar com quem entende desses negócios mais do que eu e dependendo do que eles me falarem, ou pego um CD do Leopard com eles ou vejo se dá pr'usar o que eu tenho mesmo e com o HD formatado ele instala o do CD que eu tenho em casa na boa.

Só sei que, até lá, não tem formatão aqui.

22 de Abril de 2009

Feriadão, canseira e susto

Claro que eu adoro feriado. Mas ultimamente, parece que eu me canso mais nos feriados que nos dias normais. Não sei se é porque, ultimamente, todo feriado significa visita em casa, se é porque o Pedro não deixa mesmo a gente dormir como antigamente ou se é porque eu estou simplesmente ficando velho.

Uma coisa sou obrigado a admitir: eu já não durmo mais como antigamente. Eu era faixa preta, oitavo dan, ninja pós graduado em matéria de dormir. Já teve vez que eu dormi mais de 18 horas. Tipo ir dormir depois do almoço, pedir para me acordar prá sair 10 da noite e acordar só 10 da matina do dia seguinte. Coisa de louco. Hoje se durmo muito, acordo com uma dor de cabeça do inferno. E mesmo quando eu quero dormir um pouco mais, chega uma hora que os olhos estalam, não fecham mais e nem mesmo aquela preguiça na cama dá vontade. Tem que levantar, mesmo. Isso que eu costumo dormir tarde. Digo, costumava. Com os novos horários na casa, 11 horas já estou caindo de sono.

Outra coisa que eu não fazia e agora faço é a soneca no meio do dia. Antes se eu dormisse um pouco de tarde, ficava meio zuado de noite. Agora não. Durmo de tarde, na rede, sossegado, acordo legal quando alguém me chama e durmo de novo de noite normal. Estou "fracionando" o sono. :o)

E o susto do feriadão ficou por conta do meu computador. Estava eu tranquilamente deitado na rede (prá variar), assistindo Fringe (prá variar) com o micro no colo (prá variar). Acabou o episódio que eu estava vendo, fechei o VLC e dei uma olhada prá ver como estava a bateria, que estava em 17%. Foi eu olhar isso e o danado desligou. Estranhei, tentei ligar de novo, ele fez o UÓÓÓÓM característico do mac ligando e pumba, desligou de novo. E não ligava mais. Liguei na tomada e nada. Tirei a bateria e nada. Liguei na tomada sem a bateria e nada. Quando tava na tomada, piscava a luz da bateria carregando. Deixei um pouco, desesperado dele ter ido para o mundo dos mortos, e fui tomar banho. Depois do banho tentei ligar de novo e... LIGOU! Desliguei, deixei carregando, depois da luzinha verde indicar que carregou eu desliguei tudo e deixei ele quieto. Não me assustou mais. E isso que eu já Fringe na rede de novo! :oP Vai ver eu tava fedido e ele se recusou a ligar enquanto eu não tomasse banho.

A hora que ele ligou de novo eu olhei bem prá ele e disse: "Welcome back, to the land of the living". E acrescentei: "Nunca mais me assusta desse jeito"!

13 de Abril de 2009

Ensaio sobre o cigarro

Esse devia ser o nome da lei do Serra sobre o cigarro. Que até agora só li gente sentando o cacete. Coincidentemente, as opiniões eram de fumantes.

Claro que se proibissem alguma coisa que eu gosto muito eu também ficaria puto. Lembro, por exemplo, que quando eu era moleque, e skatista, o Jânio quis proibir o skate em São Paulo. É ridículo, o Jânio era um véio gagá, mas apesar de diferença óbvia na categoria de proibidos, tem muitas semelhanças entre as duas proibições.

O Skate, alegava o nada saudoso político, era prejudicial à cidade. Destruía o patrimônio público, punha em risco a população, que podia ser atingida por um skate na cabeça e, principalmente, skatista era tudo marginal. O cidadão de bem poderia ser assaltado por um desses elementos, que fugiria em seu skate em alta velocidade. Sem contar que o barulho dos skates contribuía para a poluição sonora da cidade.

No caso do cigarro, por mais diferente que seja, também tem esse lado de ser prejudicial à cidade. Afinal, todo fumante que eu conheço, não se importa nem um pouco de jogar o cigarro no chão e pisar em cima, como se bituca não fosse lixo. Também coloca em risco o cidadão que está por perto e não quer fumar, mas acaba aspirando a fumaça alheia. E é óbvio que eu não vou dizer que todo fumante é um marginal que pode assaltar o cidadão de bem.

Infelizmente não é possível fazer uma lei implementando o bom senso. Ou proibindo a chatice. Falta bom senso dos dois lados, tanto de fumantes quanto de não fumantes. Dos fumantes de fumar exageradamente em ambientes fechados, mesmo quando permitido. Em restaurantes, várias vezes o limite entre a área para fumantes é um corredor entre as mesas. Mas ainda não ensinaram a fumaça a respeitar. E dos não fumantes em entender que cigarro é um vício e não é fácil (pelo menos é o que me dizem) largar de uma hora para outra. Se não quer ir num lugar e sair cheirando a cigarro, vá onde as áreas de fumantes são fisicamente separadas. Quer sair com amigos que fumam? Então não reclame do fumacê. Ou os convença a não fumar enquanto estiveram com você.

O ponto principal do problema, aqui, não é quem fuma e quem não fuma, nem onde e nem quando. O negócio é que está ficando cada vez mais difícil a convivência entre pessoas que pensam de forma diferente. A intolerância a idéias diferentes da sua própria está se tornando comum a ponto de aceitarmos qualquer medida, ditatorial que seja, para só estarmos perto de nossos iguais.

Meus pais e minha irmã fumam. Na minha casa, não fumam. Me faz mal, eu não quero, ponto. Conversamos civilizadamente e eles vão fumar na rua quando estão em casa. Do mesmo jeito, na casa deles, as regras são deles. Se querem fumar, fumam, eu saio de perto e acabou o drama. Tenho poucos amigos mais próximos que fumam. Não me lembro de ter ido a um restaurante com fumo liberado ou áreas próximas e ter ficado nele. Azar do dono, que perdeu um cliente. Compensa em fumantes, talvez.

Sei que cada dia mais, confunde-se segmentação com segregação. Encontrar pessoas com interesses parecidos com o seu é ótimo, mas desprezar e até mesmo hostilizar quem tem pontos de vista e hábitos diferentes não é segmentação. É preconceito. Burrice.

Tá ficado difícil

Dizem que o ser humano evolui. Eu acho que é mentira. Acho que o ser humano é uma espécie que "involui", anda para trás, esquece o que aprendeu de bom e volta a fazer merda. A maior prova disso, ultimamente, é o trânsito.

Cara, eu acho que o povo tá esquecendo como dirigir. Isso se algum dia souberam. Todo dia eu saio de casa e levo a Dé para o trabalho, em Taboão da Serra. Cara, é impressionante o tanto de cagada. Gente que entra sem sinalizar, nego correndo (mesmo) na contramão (contra mão? contra-mão?), pedestre passando em tudo que é lugar sem olhar se vem carro ou não, tá uma beleza. Isso sem contar o tanto de gente que para, olha, vê que vem vindo um carro e entra na frente do mesmo jeito.

Esse feriado eu fui viajar. As estradas estavam cheias. E o pior, cheia de gente fazendo cagada. O terror das motos continua. Você está lá, a 100, 110 km/h e passa uma moto do teu lado que parece que teu carro tá parado. Quantos policiais os caras tem que matar até alguém fazer alguma coisa? Na ida um cara tentou mudar de faixa com o meu carro do lado do dele. O susto foi tão grande que a minha cunhada saiu até batucando prá tentar fazer barulho para o cara se ligar e parar. Depois de conseguir desviar (nem eu sei como), o cara encosta, vai devagarinho, parece que nem tava na estrada. Na volta, a mesma coisa. Esse nem deu tempo de tentar fazer nada. Só meti a mão na buzina e rezei para o cara parar. Depois o cara emparelha comigo para pedir desculpas. A Dé mostrou o Pedro prá ele, tipo "se liga o tamanho da merda que você podia ter feito, animal".

Te falar que nunca tive, mas ultimamente ando até com medo de dirigir. Cada hora inventam uma lei nova, mas parece que as multas só chegam prá mim. E para o antigo dono da minha casa, que toda semana chega uma multa lá prá ele.

30 de Março de 2009

Fim de semana do Pedro

Esse final de semana foi quase que 100% dedicado ao Pedro. Quase porque eu ainda trabalhei um pouco, cobrindo a corrida de F1 para o site da Band. Mas se não fosse isso, só tinha dado o filhote.

Começou na sexta de noite, que eu saí correndo daqui para conseguir comprar uma fralda para natação para ele. Isso porque, obviamente, ele ia fazer uma aula de natação experimental no sábado de manhã. A gente tinha combinado, eu e a Dé, que se ele gostasse, a gente ia fazer a matrícula dele na bagaça. Não precisamos nem conversar depois para ver o que fazer. Ele adorou a água, a piscina, tudo. Ria de gargalhar dentro d'água. A hora que a professora pediu para colocá-lo com o peito na água, segurando por baixo dos braços para dar uma volta na piscina, foi de rachar de rir. Ele saiu batendo as perninhas que parecia que já sabia nadar. E vou falar: é uma diversão para a criança, mas é um exercício doido para o pai, não vou mentir. Ficar agachado o tempo todo, segurando o toiço, mesmo que dentro da piscina, faz uma força que não vou mentir.

Ainda no sábado fomos comprar o bolo e os salgadinhos para a galera ir em casa depois do batizado dele. Claro, teve a sessão degustação, que é sempre uma parte interessante da gente comprar qualquer tipo de rango, ainda mais quando é tranqueira.

O Pedro foi tirar uma soneca de tarde e eu fui cortar a grama. Na hora que eu tentei trocar um treco no cortador, quebrei o desgraçado. Fiquei tão puto que joguei ele longe. Não duvido que tenha piorado a já precária situação do bagulho. Mais para o final da tarde, hora de ir para Igreja, para a segunda parte do curso de batizado. Pior que eu e a Dé já fizemos, mas vale por um ano e perdemos o nosso para o do Pedro por um mês. Mas dessa vez não teve susto.

Domingo dormi em turnos: das 11 até as 3 da matina, para cobrir a corrida. Aí o Pedro acordou às 5, fiquei com ele até as 7 e fui dormir de novo, até às 11. 12 horas de "dorme-acorda", em que fiquei 8 dormindo e 4 acordado! :o)

E aí, correria para arrumar e limpar a casa, buscar as emcomendas, se arrumar, arrumar o Pedro e aí ir para a Igreja. Gostei do Batizado dele. Apesar de ser uma bagunça, aqui entre nós. Mas foi legal. Como eu já estou me acostumando a dizer, qualquer coisa com o Pedro é legal. Acho que a parte mais engraçada foi quando ele fez um cocô fedido que só e tivemos que trocar o danado no meio da igreja. Aí, não me pergunte como, ele meteu a mão no cocô e passou na roupa branquinha do batizado. Fez menos estrago do que parece quando se fala, mas foram momentos de tensão.

Depois junta a turma em casa e, pela primeira fez, tive a oportunidade de tirar uma foto 4P. Paulo Vô, Paulo Pai, eu e o Pedro. 4 gerações seguidas de PGs.

uma delícia.

17 de Março de 2009

A conversa mais nonsense da semana

Essa é legal. E olha que foi em plena segunda feira, mas já pode ser considerada imbatível.

Estava comprando pão e sorvete na padoca perto de casa. Na hora de pagar, passei o cartão de débito e falei para a menina do caixa que não precisava me dar a minha via da notinha. Aí, deu-se o seguinte diálogo entre eu e a moçoila:

EU: - Não precisa me dar a notinha, não. Vamos salvar umas árvores.
ELA: - Hã? Salvar árvores?
- É, árvores. Papel é feito de celulose, que vem de árvores.
- Aaahhh, entendi...

Ficou pensativa por um instante, enquanto colocava as coisas em sacolinhas, aí virou prá mim e mandou:

- E se a gente economizar sacolinhas? Estamos salvado o quê? Pinguins??